domingo, 16 de julho de 2017

O desenvolvimento do autista por meio da psicomotricidade








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A psicomotricidade é uma ciência que envolve o desenvolvimento integrado de habilidades motoras associado aos aspectos emocionais e cognitivos, com a finalidade de melhorar e lapidar as expressões coordenadas dos movimentos do indivíduo durante uma atividade ou uma tarefa sequencial. 
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Por definição, a psicomotricidade necessita de intervenções que prezam por uma  boa estruturação hierárquica de requisitos funcionais e pela participação global das funções cerebrais.  Neste sentido, a abordagem psicomotora pode ser uma forma de manejo muito interessante em crianças com autismo, pois seu direcionamento vem de encontro às necessidades destas, as quais têm características evidentes de desestruturação sensorial, motora, na linguagem e na capacidade de perceber ambientes sociais, contextuais e correlacionar com a linguagem verbal ou não-verbal.
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A falta de controle  pela criança  de seus impulsos, limites sociais, percepção de espaço de acordo com o contexto e com as demandas de terceiros, fazem com que as formas de se expressar pelo corpo fiquem muito prejudicadas e desorganizadas. O controle de seus movimentos depende de noção espacial, sensibilidade, interação com o meio e com o outro, sendo exatamente a capacidade de integrar estes elementos que define a eficácia de uma ação organizada e também a expressão de um desejo positivo ou negativo durante a  interação com os demais a sua volta.
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psicomotricidade permite que a criança com autismo possa adquirir o que lhe é mais caro e deficitário: apropriar-se de sua imagem e esquema corporal e  da consciência de seu corpo dentro de um ambiente ou de um contexto.  Para tal objetivo, é importante que se trabalhe com esta criança por meio de estratégias que a faça se auto-perceber e se inter-relacionar com os limites do meio. Atividades como rolar, pular, tocar, mudando de lado ou de posição (frente/atrás) fazem com que ela consiga, aos poucos, perceber os limites entre seu interno e seu externo.  Deve-se, a todo momento, manter o contato visual e ajudar a seguir comandos com mudança de tonalidade de voz, a fim de desenvolver a capacidade de agir, com finalidade de iniciar e terminar processos. É comum estes conhecimentos estarem associados aos métodos de integração sensorial, pois existem muitas intersecções e estratagemas em comum entre ambos(...).
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O envolvimento da família nestas atividades é fundamental e a mesma pode ser orientada a manter tais atividades em ambiente doméstico. Os cuidadores devem ser instruídos e orientados a entender os objetivos das intervenções e estimulados a ampliar a gama de estratégias nos mais diversos contextos. É salutar que o tratamento psicomotor seja conduzido dentro de uma abordagem interdisciplinar e associado a outras formas de intervenção, pois o desenvolvimento da linguagem, o tratamento de comorbidades e o suporte escolar acrescentam e auxiliam muito a generalizar os resultados do tratamento.

Fonte: http://entendendoautismo.com.br/artigos/o-desenvolvimento-do-autista-por-meio-da-psicomotricidade/ (adaptado)


domingo, 9 de julho de 2017

Quais são os problemas de fala mais comuns e quando aparecem?


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O  primeiro que pode surgir é o atraso no início da fala, que é percebido quando a criança articula pouco ou quase nada aos 2 anos, idade em que deveria conseguir se comunicar com frases simples. Se isso não acontece, é preciso marcar uma consulta com o fonoaudiólogo.
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Aos 3 anos, acontecem as trocas de fonemas, mas isso não é necessariamente um problema, Vai depender da substituição que ele faz e da etapa em que isso acontece. Por exemplo, nessa idade é comum a criança "comer" o R (em vez de falar preto, diz "peto"), e nem por isso é preciso procurar um especialista.
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De 2 a 4 anos, seu filho pode começar a repetir as palavras ou sílabas, caso conhecido, na linguagem médica, de disfluência fisiológica. Diferentemente da gagueira (um distúrbio neurobiológico, que tem início por volta dos 5 anos e que exige tratamento especializado), essa disfluência dura cerca de seis a dez semanas e acontece porque os pensamentos da criança são mais rápidos do que a capacidade de falar, causando a repetição.
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E você pode ajudar! Ouça seu filho com calma e paciência, sem chamar a atenção para esse comportamento ou pedir para ele falar mais devagar (isso só vai fazê-lo se sentir inadequado).
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Lembre-se de que até os 5 anos, a criança deve falar todos os sons corretamente. Essa regra não vale para prematuros que, em geral, têm chances de sofrer atrasos no desenvolvimento . Se perceber algo diferente, procure um especialista!
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domingo, 25 de junho de 2017

AGRESSIVIDADE NO TEA: O QUE FAZER?

Uma das maiores preocupações das famílias que têm um autista em casa é a agressividade que pode surgir em determinadas situações. É importante saber que algumas atitudes devem ser encaradas com total tranquilidade e jamais corrigidas com vozes alteradas. No entanto, é preciso buscar um acompanhamento adequado e saber algumas metodologias que ajudarão muito. Antes, porém, é importante saber que nem todo autista é agressivo.
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O que causa incômodo em crianças com TEA?
Geralmente, crianças com autismo costumam ter atitudes agressivas quando contrariadas. Isso ocorre porque o autismo é um transtorno que leva a intensos e excessivos déficits na comunicação e interação sociais. Além disso, as crianças tendem a ter comportamentos repetitivos e restritos, o que causa incômodo quando precisam mudar o comportamento devido ao contexto em que estão inseridas.  Por conta disso, a criança tem dificuldade de flexibilizar seus interesses.
Sendo assim, quando a criança está em um lugar em que os interesses dela não condizem com o padrão de suas preferências, ela pode demonstrar irritabilidade, o que causa a impaciência e a consequente agressividade.
Muitas crianças com autismo, por não entenderem determinados símbolos sociais (comunicação e gestos), não sabem interagir de forma que a situação pede. Isso porque ela não encontra uma maneira cabível de se expressar. Então a reação agressiva é, muitas vezes, uma forma dela se comunicar sobre alguma contrariedade.
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Hipersensibilidade: um motivo para a irritação
As hipersensibilidades também são fatores que impulsionam a agressividade: autistas que não toleram sensação de aperto, frio ou calor; que não gostam de barulho, determinados gostos, texturas.  No caso da comida, por exemplo, quando a criança não gosta de uma comida, a reação dela é jogar o prato no chão ou em direção à parede, já que ela não sabe como se expressar em tal situação.
Como lidar com a agressividade no TEA?
O paciente com Transtorno do Espectro Autista deve ser conduzido de forma interdisciplinar, com o uso de medicamentos específicos e, claro, com acompanhamento profissional.  A metodologia usada deve acompanhar também a necessidade da criança.
Ambiente adequado
O ambiente é outra coisa que deve ser levada em conta para evitar a agressividade da criança. Para começar, ele deve ser confortável, pois nada melhor que dar à criança condições de ficar sempre tranquila.
Utilize objetos que tranquilize a criança
Quando a criança demonstra irritabilidade, uma ótima maneira de amenizar a impulsividade dela é utilizar objetos que diminuam o comportamento da criança: algum jogo, equipamento, brinquedo, etc.
O que fazer em caso de crises e autoagressão?
A agressividade da criança autista pode ser voltada para alguém, uma parede, um objeto ou até mesmo a autoagressão, como socos e tapas contra ela mesma. A melhor maneira é abraçar o pequeno e apresentar algo que o tranquilize.
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Metodologia ABA
O uso da metodologia ABA (Applied Behavior Analysis – análise do comportamento aplicada) também é interessante. Ela consiste em usar a observação de comportamentos verbais e os não verbais, tanto em casa quanto na escola ou então junto do terapeuta. Vale dizer que a metodologia estuda o papel que o ambiente desempenha na vida da criança.
Mudanças
Todo tipo de mudança na vida da criança deve ser de forma gradual. Por exemplo, caso vocês precisem mudar o mobiliário do quarto do pequeno, a dica é fazê-lo em fases, uma vez que a criança gosta do que está ali e da forma que está.
Atenção: agressividade é birra?
Não se deve usar o termo birra para crianças autistas. A criança com TEA nem sempre sabe se comunicar adequadamente, então a reação agressiva se dá pelo fato dele não entender os símbolos sociais. Birra é para criança que não tem autismo. São coisas bem diferentes.
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Autista adulto
Vale lembrar que as metodologias faladas aqui podem ser usadas em um autista adulto, mas lembrando sempre que é preciso analisar o caso dele com mais profundidade, uma vez que a idade do paciente é um fator que pode dar a ele um comportamento já estabelecido. É importante sempre falar que o diagnóstico precoce é fundamental, sobretudo na fase da infância. No entanto, o tratamento com especialistas é sempre a melhor saída para qualquer idade.
 Fonte: http://entendendoautismo.com.br/artigos/agressividade-no-tea-o-que-fazer/

domingo, 11 de junho de 2017

Meu bebê é Down. Como estimular o seu processo de linguagem?



É muito  importante que a criança  Down vá a um especialista em linguagem e fala, um fonoaudiólogo, que trabalhe diretamente com ela e indique as diretrizes aos pais. 
Por outro lado, a eficácia desta intervenção não termina na adolescência, como se pensava antes. Em meados dos anos 1990 estudos importantes indicam que é provável uma contínua melhora da linguagem, tanto no nível compreensivo como expressivo, na maioria das pessoas  Down. O mesmo parece ocorrer com a inteligibilidade.



Mas, se é verdade que a fonoaudiologia é eficaz durante muitos anos da vida de uma pessoa  Down, também é verdade que quanto antes tenha começo, melhor. 

Por que esperar que as dificuldades sejam evidentes? Melhor começar antes, para tratar de preveni-las. Apesar das diferenças nos bebês não serem grandes em relação aos que não são Down, estas ficam mais acentuadas por volta dos dois anos, quando a maioria das crianças já fala e os Down não.

Na hora de escolher o profissional que vai se encarregar do tratamento fonoaudiológico, é importante procurar uma pessoa cujo trabalho se caracterize por incorporar, de maneira destacada, os pais. Tem-se comentado sobre a importância de um ambiente natural na estimulação da linguagem. Por isto, é fundamental o envolvimento dos pais no processo. Este envolvimento deve ser mútuo e recíproco.

Isto é, por um lado, os pais devem exigir um profissional que conte a eles como vai seu filho, quais são os avanços e quais os objetivos que estão trabalhando. Mas o envolvimento também responsabiliza os pais, que se tornam protagonistas do processo de ensino de seu filho.

Quanto aos métodos adequados, é importante o uso da comunicação total. Isto faz referência ao apoio em sistemas aumentativos de comunicação, sejam de sinais, figuras ou palavras. 


As pessoas Down têm dificuldades de audição, na diferenciação de sons, nos movimentos e na memória de curto prazo. Por isto, os sinais e a leitura, por serem formas visuais de linguagem, constituem um recurso importante de apoio.

O terapeuta poderia ensinar os pais alguns sinais, para que fizessem de maneira natural enquanto falam. Não se trata de apoiar toda a conversação, por exemplo, com o bebê, ao dizer a ele "mamãe", pode-se usar o sinal "mamãe". Deste modo, além de dar outra referência à palavra, chama mais a atenção do bebê, que olha seu pai para ver o que faz.

É evidente que as técnicas de reabilitação fonoaudiológicas estão avançando, porque na atualidade o nível de linguagem adquirido pelas pessoas Down é maior que o esperado há 20 anos. Tendo em vista a experiência dos últimos anos, uma intervenção adequada pode significar o ganho de um ou dois anos no desenvolvimento linguístico.
Assim, durante o primeiro ano se deve realizar um treinamento pré-linguístico sistemático, e no segundo ano intercalar sinais gestuais com as palavras, o que favorece a aquisição de vocabulário e o início da comunicação mediante uma linguagem estruturada. A partir dos dois ou três anos, é recomendável iniciar o ensino da leitura. 

Procure um fonoaudiólogo para conversar! Este profissional poderá sanar suas dúvidas.

(Publicação inspirada em Rondal, 2001).


sábado, 3 de junho de 2017

Principais sinais da DISLEXIA na vida escolar

A palavra Dislexia é derivada do grego:

“DIS”  (dificuldade)
“LEXIA” (linguagem)
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Dislexia é um distúrbio de aprendizagem nas áreas de leitura, escrita e soletração. Sua causa envolve fatores genéticos e neurológicos.  Não está associada à baixa inteligência, não é um problema comportamental, psicológico ou social e não é uma doença.
O diagnóstico e tratamento são realizados por uma equipe multidisciplinar e nela está inserido o fonoaudiólogo, que é o profissional habilitado a trabalhar a dificuldade de associação dos sons da fala, os fonemas, às letras correspondentes

PRINCIPAIS SINAIS
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Na Educação Infantil
ü Falar tardiamente
üDificuldade para pronunciar alguns fonemas
üDemorar a incorporar palavras novas ao seu vocabulário
ü Dificuldade para rimas
ü Dificuldade para aprender cores, formas, números e escrita do nome
ü Dificuldade para seguir ordens e seguir rotinas
ü Dificuldade na habilidade motora fina
ü Dificuldade de contar ou recontar uma história na sequência certa
üDificuldade para lembrar nomes e símbolo

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Na alfabetização 
ü Dificuldade em aprender o alfabeto
üDificuldade no planejamento motor de letras e números
üDificuldade para separar e sequenciar sons (ex: p – a – t – o )
üDificuldade com rimas (habilidades auditivas)
üDificuldade em discriminar fonemas homorgânicos (p-b, t-d, f-v, k-g, x-j, s-z)
ü Dificuldade em sequência e memória de palavras
üDificuldade para aprender a ler, escrever e soletrar
üDificuldade em orientação temporal (ontem – hoje – amanhã, dias da semana, meses do ano)
üDificuldade em orientação espacial (direita – esquerda, embaixo, em cima...)
ü Dificuldade na execução da letra cursiva
ü Dificuldade na preensão do lápis
ü Dificuldade de copiar do quadro 
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Do 2º ao 9º ano do Ensino Fundamental
ü Nível de leitura abaixo do esperado para sua série
üDificuldade na sequenciação de letras em palavras
ü Dificuldade em soletração de palavras
ü Não gostar de ler em voz alta diante da turma
üDificuldade com enunciados de problemas matemáticos
üDificuldade na expressão através da escrita
üDificuldade na elaboração de textos escritos
ü Dificuldade na organização da escrita
ü Podem ter dificuldade na compreensão de textos
üPodem ter dificuldade em aprender outros idiomas
üDificuldade na compreensão de piadas, provérbios e gírias
üPresença de omissões, trocas e aglutinações de grafemas
üDificuldade de planejar e organizar (tempo) tarefas
üDificuldade em conseguir terminar as tarefas dentro do tempo
üDificuldade na compreensão da linguagem não verbal
ü Dificuldade em memorizar a tabuada
ü Dificuldade com figuras geométricas
ü Dificuldade com mapas
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Ensino Médio
ü Leitura vagarosa e com muitos erros
üPermanência da dificuldade em soletrar palavras mais complexas
ü Dificuldade em planejar e fazer redações
ü Dificuldade para reproduzir histórias
ü Dificuldade nas habilidades de memória
üDificuldade de entender conceitos abstratos
üDificuldade de prestar atenção em detalhes ou, ao contrário, atenção demasiada a pequenos detalhes
ü Vocabulário empobrecido
üCriação de subterfúgios para esconder sua dificuldade
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Fontes: 
http://www.andislexia.org.br/  
http://www.fonosp.org.br/noticias/sala-de-imprensa/releases/fonoaudiologo-e-fundamental-no-tratamento-do-dislexico/
http://fonoaudiologiaemusica.blogspot.com.br/2013/08/dislexia-o-que-e-e-principais-sinais.html


sábado, 27 de maio de 2017

Alterações na fala: o que fazer

Descubra como identificar problemas que podem interferir na aquisição da linguagem e aprenda maneiras de estimular seu filho para evitá-los.

(Por Juliana Malacarne) 
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A fala é um processo complexo, que exige a combinação de uma série de elementos funcionando adequadamente e em harmonia para ser produzida. Entre eles, estão a integridade dos sistemas nervoso central e periférico, que comandam todo o processo, o volume de fluxo e pressão do ar vindo dos pulmões, a articulação de lábios, língua, bochechas, palato mole, dentes, mandíbula, faringe e laringe, além da integridade auditiva.
Qualquer pequena alteração em um desses aspectos pode causar dificuldades na comunicação verbal. É fundamental, portanto, ficar atento a qualquer disfunção, principalmente em crianças, pois, quanto antes o problema for notado, mas fácil será corrigi-lo.
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O primeiro passo para saber se está tudo em ordem nesses sistemas é submeter os recém-nascidos ao teste da orelhinha, que detecta o comprometimento da audição, e ao teste da linguinha, para avaliar o funcionamento do freio lingual, que pode atrapalhar a mobilidade da estrutura. 
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Depois disso, cabe ao pediatra, aos pais e aos professores identificar eventuais problemas e procurar a ajuda de um fonoaudiólogo, se necessário. Faça isso se o seu filho apresentar:

- Alterações musculares: perda ou diminuição da mobilidade da mandíbula ou da língua,  flacidez da língua e dos lábios, principalmente do inferior e retração do superior (lábios entreabertos).
- Alterações ósseas: conformação incomum da face, disfunções dentárias, ou palato, conhecido como céu da boca, muito fundo. Na dúvida, consulte um odontopediatra.
- Produção excessiva ou insuficiente de saliva.
- Estalos ao falar e mastigar, que são sinais de disfunção na articulação temporomandibular-- na junção do maxilar e do crânio.
- Alterações na mastigação e na deglutição.
- Língua presa ou freio lingual com inserção longa, que pode ser percebida por sinais como: dificuldade em levantar a língua até aos dentes de cima, em colocar a língua para fora da boca e problemas na amamentação (o bebê morde o mamilo da mãe, em vez de sugar, por exemplo).

Para prevenir esse tipo de problema, é importante que os bebês sejam estimulados corretamente. É possível começar quando seu filho ainda estiver no útero, cantando e contando histórias para ele. Depois que nascer, a amamentação também ajudará no desenvolvimento muscular e no crescimento ósseo. À medida que o tempo passar, os pais podem acrescentar outros exercícios, como conversar com a criança, instigando a fala, pois, assim, dão exemplos de como articular as palavras corretamente.
Fonte: Sueli Yoko Nakano, fonoaudióloga do Hospital Sepaco (SP)