sábado, 26 de abril de 2014

Bom dia!!!!



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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dica Cultural: Espaço Cultural da Marinha

Assim que você entra no Espaço Cultural da Marinha, a Galeota D. João VI, construída em 1808, vai levá-lo ao século XIX e esteve em uso até os primeiros governos republicanos. Vamos ver como essa viagem continua?
 
 
E a viagem continua a bordo do submarino Riachuelo e da Nau dos Descobrimentos, que estão atracados ao cais do Espaço e você poderá conhecer o helicóptero do museu. Há uma exposição aberta ao público, ” Azul da cor do mar ” , onde apresenta a importância do desbravamento dos mares a partir das Grandes Navegações.
 
 

# Local: Av. Alfred Agache, s/n, Centro, próximo à Praça XV, Tel.: 2104-5592 / 2104-6025
# Dias de Visitação: terça a domingo, das 12h às 17h
# Agendamentos para grupos: 2104-6992/ 2104-6721 (telefones de segunda a sexta)
# Obs.:Entrada franca.
 
 
Que tal agendar este passeio com sua família?
 
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Fonte: Roteirinho Carioca

Como elogiar seu filho?

Ter uma boa autoestima é algo que todo pai deseja para seus filhos. Mas será que lhes dizer o tempo todo o quanto são bons ajuda realmente nisso? Confiram!
 
 
“O elogio é de extrema importância para os filhos, em qualquer idade”, diz a psicóloga Rosana Augone. “Faz com que as crianças desenvolvam a autoestima e se sintam reconhecidas pelas pessoas que mais amam: seus pais.” Não há dúvidas quanto a isso.
 
 
A questão é que atitudes elogiar – e de que maneira. A jornalista americana Pamela Druckerman foi morar em Paris e sua comparação entre a educação dada às crianças na França e nos Estados Unidos resultou no livro “Crianças Francesas Não Fazem Manha”, da editora Fontanar. Segundo ela, os franceses confiam na capacidade dos filhos, tentam ouvi-los atentamente e incentivá-los a descobrir as coisas por si mesmos, mas não passam o tempo todo pendentes de suas atividades ou elogiando-os sem parar. E isso faz com que as crianças francesas sejam mais tranquilas. “Uma criança que recebe elogios o tempo todo termina por se sentir o centro do mundo e acha que pode interromper a qualquer momento ou fica constantemente querendo atenção”, diz.
 
 
Segundo a terapeuta de casal e família Magdalena Ramos, autora do livro “E Agora, o que Fazer? A Difícil Arte de Criar os Filhos”, da editora Ágora, por vezes ocorre uma banalização do elogio. “Esse estímulo deveria ser utilizado para reforçar o amadurecimento e o empenho da criança. Um elogio soa verdadeiro quando é a reação a uma conquista. Mas se a criança faz uma coisa qualquer e a mãe fica dizendo para tudo “Que lindo!”, ele se torna vazio”, explica. Veja, a seguir, algumas dicas de Magdalena para acertar na dose:
 
 
1. Use o elogio para incentivar o esforço
              
E, também, é claro, para valorizar os avanços de seu filho. Uma criança que consegue largar a chupeta, ir ao banheiro sozinha pela primeira vez, ou realizar uma tarefa que antes não era capaz de fazer, merece reconhecimento. Desse modo, você o incentiva a se desenvolver, a ganhar autonomia.
2. Reforce atitudes com o elogio
             
O elogio também mostra os valores que sua família considera positivos. Avalie quais são eles: uma gentileza, o fato de a criança ser educada com alguém, a generosidade, o fato de ela ter uma boa postura como estudante?
3. Elogie o esforço, independente do resultado
O esforço pode ser elogiado mesmo que o objetivo não seja conquistado integralmente. Se seu filho não tirou 10, mas realmente estudou e se empenhou em uma prova, vale o reconhecimento. Se ele competiu e não ganhou, mas deu o seu melhor, idem. Desse modo, a atitude é reforçada.
4. Elogie o bom comportamento
É elogiável que a criança consiga lidar com suas frustrações e decepções de modo maduro. Se uma criança de três anos ficou chateada por não conseguir uma coisa, mas não fez um escândalo, não começou uma birra e aceitou um não, os pais podem lhe fazer perceber que consideraram boa sua atitude.
5. Aprove ou reprove as atitudes, não a pessoa
              
Por mais que você ache seu filho o máximo, tente não ficar lhe dizendo o tempo todo "que lindo!", "como você é inteligente!", "você é o máximo". Esse tipo de rótulo acaba sendo tão prejudicial quanto o contrário ("você é burro", "você é mau"). Tente marcar sua aprovação ou desaprovação com relação às atitudes, não à pessoa. Se seu filho se achar o máximo, pode se tornar pouco seguro para arriscar e tentar coisas novas. Ele vai procurar agir apenas para "garantir o seu lugar".
6. Valorize as conquistas de outras pessoas
É importante valorizar as conquistas e esforços da família. Se um irmão conquistou algo, vale fazer o elogio publicamente. Se foi o pai ou a mãe, igualmente. É importante reconhecer o esforço e celebrar as conquistas no âmbito familiar.
7. Não recompense demais com presentes
 
 
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Fonte: Educar para Crescer                         
Você pode optar por dar ao seu filho uma recompensa (um presente, uma ida ao cinema ou um doce) se quiser reforçar uma atitude. Mas não faça disso algo corriqueiro. Tanto o elogio quanto a recompensa devem ser resultado de uma verdadeira conquista.
 


Bom dia!!!!



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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Criança canhota ou destra

Ser canhoto é uma característica da criança que não se pode, nem se deve corrigir. Os estudos indicam que entre 12 e 15 por cento da população mundial infantil é canhota. Confira mais informações na matéria de hoje!
 
 
Uma pessoa canhota é a que tem preferência em usar a mão esquerda para a maior variedade de ações, como pegar, alcançar, jogar, brincar, assinar, escrever e manipular. Também inclui uma predileção por preferir o pé esquerdo para dar o primeiro passo para caminhar, montar um triciclo, chutar uma bola, pular corda, etc.
 
 
Em geral, ser canhoto significa ter em algum grau um domínio do lado direito do cérebro. Há tempos atrás, uma criança canhota não era vista com normalidade. Pensava-se que ser canhoto era um problema de saúde. Hoje em dia, já se sabe que ser canhoto não é uma doença. É apenas uma característica da criança que não se pode nem se deve corrigir.
 
 
Normalmente é na escola que se detecta que uma criança é canhota, porque é quando começa a utilizar as mãos com mais frequência. Até os 3 ou 4 anos, as crianças utilizam as mãos com mais frequência. Até os 3 ou 4 anos, as crianças utilizam as duas mãos indistintamente. Para comprovar se uma criança é canhota ou destra, deve-se observar que mão, pé ou olho ela utiliza quando:
 
 
- Chuta uma bola.
- Escova os dentes.
- Se penteia.
- Bebe um copo d’água.
- Pula corda.
- Tampa ou destampa um frasco.
- Olha por um caleidoscópio.
- Escreve.
- Tira uma fotografia.

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Fonte: Guia Infantil

4 passos para um diálogo efetivo com os filhos

O que seus avós desejavam para os filhos há 50 anos? Esta foi a pergunta que o psicólogo e psicanalista Luiz Alberto Conti levantou para uma plateia de pais e mães aqui na Editora Abril, em São Paulo. Confiram as respostas que surgiram!
 
 
As mais diversas respostas surgiram: que os filhos casassem, que não fossem desonestos, que assumissem os negócios da família... Todos concordaram que estes não são o mesmo desejo que os pais têm hoje. E qual seria? Que os filhos sejam felizes.
 
 
As condições em que crianças são criadas mudaram consideravelmente desde o tempo de nossos avós, no entanto, de acordo com Luiz Alberto Conti, os modelos de criação permanecem os mesmos e aí que está o problema: a estratégia de se educar entrou em colapso e é preciso desenvolver uma nova. Para o psicólogo, a solução que se procura está no diálogo.
 
 
"Educar nas condições dos avós era muito mais fácil". O mundo se encarregava do dever e os avós apenas davam o bom exemplo em casa", afirmou o psicólogo. Ou seja, o modelo dos avós era meramente "corretivo", bastava um peteleco para corrigir possíveis desvios do comportamento cultivado socialmente.

 No entanto, o bom exemplo deixou de ser o suficiente para se educar. Hoje, é necessário por vezes ir contra o discurso do mundo e, para tanto, pais precisam desenvolver um "projeto de educação", do qual o diálogo é o núcleo central.

 "O diálogo é uma forma importante de dar limite. Quando se é muito pequeno, a punição, a autoridade, pode ser mais importante, mas quando se atinge os 11 ou 12 anos, as curvas do diálogo do esclarecimento e da punição começam a se cruzar e você precisa conseguir as coisas com conversa. Por isso, é preciso praticá-la desde cedo", explicou Luiz Alberto Conti.

 Em casa, todas as regras podem ser conversadas, porém Conti, que também é pai, acredita que há três mandamentos a serem seguidos sempre. Para ele, os pais devem criar os filhos para que cheguem aos 21 anos preocupando-se com:

 - a saúde (cuidando desde a alimentação ao uso de drogas),
- capazes de se virar na vida (independência, autonomia, disposição para aprender);
- e sendo pessoas éticas.

 De acordo com o psicólogo, é preciso mostrar aos filhos que, embora se tenha um amor incondicional por eles, não existe uma admiração ou um apoio incondicional e, caso eles cometam erros, serão chamado à atenção. Se, após este processo, o diálogo não for positivo, a imposição pode ser necessária para que os mandamentos enumerados acima se cumpram.

 Confira, abaixo, o passo a passo recomendado por Conti para a criação de uma nova estratégia familiar. O psicólogo adverte, porém, que não se trata de uma receita de bolo que sempre trará resultados positivos, porém são importantes iniciativas para desenvolver.
 
 
1. Levantar a bandeira branca
O pai ou a mãe precisa, a princípio, desarmar seu interlocutor, mostrando-se disposto a conversar. Por exemplo: supondo que o problema seja uma criança que não quer ir para cama. Deve-se iniciar o diálogo de forma amena, sem surtos nervosos repentinos. É importante mostrar que os pais são veiculadores de uma lei maior: crianças precisam dormir determinadas horas por noite para se desenvolverem melhor. A legitimidade tem a ver, neste caso, em por um saber em prática.
 
2. "Saber escutar"
Os pais devem ser capazes de entrar no mapa mental do interlocutor. Se não sabem escutá-lo, não há chance de conversa. É preciso compreender o outro lado e o porquê de seus sentimentos.
 

3. Estabelecer conexão/empatia
Colocar em suas palavras o que o filho contou é uma forma interessante de se conseguir empatia. Em um caso de um filho enciumado em relação ao irmãozinho, por exemplo, seria como dizer: "A mamãe entende que você esteja com raiva do Pedrinho, deve ser horrível ter alguém babando em suas coisas".
 

4. Apresentar o impasse
Após o momento em que você já abriu espaço para o diálogo com seu interlocutor, ouvindo-o e sendo compreensível, é o momento de apresentar seu problema. Falar que, embora seja difícil lidar com um irmãozinho, o filho mais velho deve tratá-lo direito e não machuca-lo, pois a mãe ama a ambos igualmente. Luiz Conti chama a atenção para evitar sentimentalismos excessivos. Quando se tem boa vontade, o diálogo funciona.
 

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Fonte: Educar para Crescer