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sábado, 22 de agosto de 2015

Gagueira, Orientações para Professores



O fenômeno da gagueira inicia-se a partir da disfluência normal que ocorre em todas as crianças por volta dos três anos de idade. A grande maioria das crianças passa tranquilamente por esta fase. Mas em alguns casos, esta pode se transformar em gagueira .

A gagueira infantil é mais comum do que se imagina e o professor é peça fundamental na detecção precoce e apoio para a realização de um tratamento efetivo.

Não existem regras rígidas na orientação do professor, depende muito da criança e de suas reações. Muitas vezes a pressão e a tensão para a criança se comunicar é tanta que ela pode desde se recusar a falar até não participar das atividades da classe e até mesmo não interagir com seus colegas. Para evitar que isso ocorra, sugerimos algumas dicas básicas para ajudar a criança:
 
1- Não rotule a criança e nem a trate diferente das outras;

2- Não peça para a criança não ter medo de falar ou ficar calma e respirar antes de falar;

3- Quando a criança falar olhe diretamente para seu rosto toda a sua atenção deve estar voltada para ela;

 
4- Observe se a criança consegue se comunicar e transmitir a mensagem;

 
5- Observe se os colegas ridicularizam a criança que gagueja;

 
6- Observe a leitura em voz alta, algumas crianças leem bem, mas outras simplesmente detestam estes momentos;

 
7- Quando a leitura é inevitável, chame primeiro a criança disfluente – quanto mais rápido, menos tempo a criança terá para sofrer com o momento da leitura;

 
8- Melhore a autoestima da criança, elogie-a sempre que possível;

 
9- Valorize os momentos de fala da criança, incentive-a a falar e a participar das atividades de classe.

 
Ao primeiro sinal de disfluência, oriente a família para procurar um Fonoaudiólogo .
Lembre-se: quando mais precoce a detecção e o diagnóstico da gagueira, melhor seu prognóstico.

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Sugestões para Professores: Melhorando a Autoestima do Disléxico

A escola tem papel fundamental no trabalho com os alunos que apresentam dificuldades de linguagem. 
 
 
Destacamos algumas sugestões que consideramos importantes para que ele se sinta seguro, querido e aceito pelo professor e pelos colegas.
 
 
  • O Disléxico tem uma história de fracassos e cobranças que o fazem sentir-se incapaz. Motivá-lo, exigirá de nós mais esforço e disponibilidade do que dispensamos aos demais;
 
  • Não receie que seu apoio ou atenção vá acomodar o aluno ou fazê-lo sentir-se menos responsável. Depois de tantos insucessos e autoestima rebaixada, ele tende a demorar mais a reagir para acreditar nele mesmo;
Melhorando a autoestima:
  • Incentive o aluno a restaurar o confiança em si próprio, valorizando o que ele gosta e faz bem feito;
  • Ressalte os acertos, ainda que pequenos, e não enfatize os erros;
  • Valorize o esforço e interesse do aluno;
  • Atribua-lhe tarefas que possam fazê-lo sentir-se útil;
  • Evite usar a expressão "tente esforçar-se" ou outras semelhantes, pois o que ele faz é o que ele é capaz de fazer no momento;
  • Fale francamente sobre suas dificuldades sem, porém, fazê-lo sentir-se incapaz, mas auxiliando-o a superá-las;
  • Respeite o seu ritmo, pois a criança com dificuldade de linguagem tem problemas de processamento da informação. Ela precisa de mais tempo para pensar, para dar sentido ao que ela viu e ouviu;
  • Um professor pode elevar a autoestima de um aluno estando interessado nele como pessoa.
 
Nós não aprendemos pelo fracasso, mas sim pelos sucessos!