domingo, 22 de maio de 2016

Entenda as fases do desenvolvimento da linguagem e da fala do bebê

fala bebê abre
Até agora, a única forma que seu bebê usa para se comunicar é o choro alto e repetido. Mas, felizmente, ele logo vai passar por um grande salto no desenvolvimento da linguagem, o que irá melhorar a sua capacidade de se expressar com palavras. Mas, assim como ele tem que rastejar antes de andar, ele tem que balbuciar antes de falar. “Balbuciar é um marco importante porque representa o início de uma comunicação real, quando um bebê começa a experimentar sons, reações, respostas e a construção de relações sociais”, diz Sherry Artemenko, fonoaudióloga e fundadora do Play on Words.

  • Tipo de desenvolvimentos: Linguagem social e cognitiva

Quando o bebê começa a “falar” sobre isso e aquilo, ele está exibindo as habilidades de linguagem que estão brotando. Claro, você não tem ideia do que ele está dizendo, mas essas balbuciações vão se tornar palavras reais. Sua tagarelice também pode te dar uma ideia de como está seu desenvolvimento cognitivo, como ele memoriza e repete sons. Leva tempo para ele pensar sobre o que quer dizer e para aprender a usar ações verbais e não verbais para expressar seus desejos e necessidades. Obviamente, há um componente social também. Muito antes de ele dizer uma palavra, seu bebê aprende regras da linguagem e da socialização, observando você reagindo a seus sons e como você e seus parceiros de conversa se entendem. Os bebês estão conectados para aprender a língua e são afetados em como os outros se envolvem verbalmente com eles.

  • Quando esperar que a fala comece?
As habilidades verbais do seu bebê vão progredir por etapas a medida que seu mecanismo vocal amadurece e ele se relaciona com o seu ambiente, diz Artemenko. Em primeiro lugar, o nascimento dos sons de vogais são com “coos” e “goos” quando ele tiver de 2 a 3 meses. Balbuciação começa em torno de 4 meses. As primeiras experiências incluem, muitas vezes, sons com “p”, “b” e “m”, que são produzidos só de colocar os lábios juntos, diz Diane Paul, Ph.D., diretora de questões clínicas em patologia e fonoaudióloga na American Speech -Language-Hearing Association em Rockville, MD. Então, você vai ouvir um monte de “puh puh puh”, “buh buh buh” e “muh muh muh” soando no começo.

  • Há muitas coisas que você pode fazer para ajudar no desenvolvimento da fala e da linguagem do seu bebê
  • Envolver- se em uma conversa ao falar com o seu bebê

  • Dar um tempo para ele processar suas palavras e “responder”

  • Usar diferentes tons e sílabas quando você fala de modo que ele possa imitar e aprender novos sons

  • Explicar o murmúrio do seu bebê para ele. Se ele diz “ba ma ma ba” ao olhar ao redor, você pode dizer: “Oh, você está procurando sua garrafa? Onde é que a garrafa está?”
“A pesquisa mostra que a quantidade de palavras faladas positivamente a uma criança [afeta] o desenvolvimento da linguagem” diz Artemenko. Então use palavras adequadas para continuar a falar, ler e cantar para o seu bebê.

fala bebê miolo

Depois que seu bebê tiver mais prática usando seus lábios e língua para formar sons, geralmente, em torno de 6 a 7 meses o seu tagarela não vai parar de falar. Então, você vai ouvir uma maior variedade de sons, como “ba-pa-ta-bi ba bi bi”, diz Dr. Paul.
Pode parecer que ele está apenas deixando escapar sons aleatórios, mas se você prestar atenção, você vai observar as mudanças no tom quando ele fala. Sua voz pode subir no final de uma série de murmúrios, como se estivesse fazendo uma pergunta, ou ele pode resmungar em voz baixa após sua tia beijar seu rosto. Você também vai notar que ele pode fazer uma pausa depois de dizer o que está em sua mente, aparentemente, à espera de uma resposta. Ele descobre que uma conversa é uma coisa de vai-e-vem e não de apenas uma pessoa falando e falando. Tenha foco sobre o que seu bebê “diz” e sobre a forma como ele diz. Se o seu tom não deixar claro, suas expressões faciais e a linguagem corporal podem fazer o trabalho. Por exemplo, se ele der um enorme sorriso e estiver saltando para cima e para baixo enquanto “fala”, provavelmente significa que ele está compartilhando uma notícia emocionante. Por outro lado, se há uma carranca no rosto e ele está apontando para você enquanto estiver usando uma voz estridente, ele, provavelmente, está tentando te dar uma boa bronca!
“Perto do fim do primeiro ano do seu bebê, ele vai balbuciar em cadeias mais longas de variadas sílabas sem sentido, usando a entonação e ritmo que imita a de um adulto”, diz Artemenko. Esta fase de balbuciação é um precursor da língua para as primeiras palavras, que, geralmente, acontece logo após o primeiro aniversário do seu filho. Quer saber o que essa primeira palavra mágica pode ser? “Papai”, “mamãe”, “bebê”, “bola” e “oi” são algumas das mais comuns, diz o Dr. Paul.

  • Bandeiras vermelhas as quais se atentar

Lembre-se: as crianças são diferentes e desenvolvem habilidades em momentos diferentes. Enquanto a tagarelice do seu bebê está progredindo e ele está interagindo com você e com os outros, isso não quer dizer que você não precisa se preocupar. Se o seu discurso e o seu desenvolvimento da linguagem para ou regride a qualquer momento, se ele não está balbuciando e fazendo contato com os olhos ou gestos, ou se as palavras não surgem até seus 15 meses, agende uma conversa com o seu pediatra e um fonoaudiólogo. Quanto mais cedo uma criança recebe ajuda na sua fala ou no problema de linguagem, melhor será.
Fonte:http://www.paisefilhos.com.br/bebe/entenda-as-fases-do-desenvolvimento-da-linguagem-e-da-fala-do-bebe/

domingo, 15 de maio de 2016

Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos


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Pediatra, dentista e nutricionista são alguns dos médicos que as crianças sempre vão, mas alguns outros como o fonoaudiólogo só costumam aparecer de vez em quando. Será mesmo? Nessa matéria a gente descobre que eles estão mais presentes na vida dos nossos filhos do que a gente pensa e vê que esses profissionais podem ajudar os nossos pequenos em áreas que a gente nem imaginava.
Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos


Relação do fono com os nossos bebês começa na maternidade

Mesmo que os bebês ainda não saibam falar, eles são cuidados por fonoaudiólogos desde cedo. Esses profissionais estão nos hospitais fornecendo orientações sobre o aleitamento materno para a equipe médica e para as mães, além das avaliações e tratamentos feitos com crianças que têm dificuldades de amamentação.


É na maternidade também que os fonoaudiólogos fazem duas avaliações que são muito importantes para a vida futura do bebê – os testes da orelhinha e da linguinha. “O teste da orelhinha detecta precocemente alterações auditivas e o da linguinha avalia se o freio lingual está encurtado, o que significa restrição no movimento da língua e dificuldades na amamentação e fala”, explica a fonoaudióloga Ana Carolina Cravo.

Fonoaudiólogo pode ajudar nossas crianças a comerem melhor

Esse assunto é polêmico, mas Ana Carolina confirma que o excesso de chupetas e mamadeiras pode causar alterações na boca contribuindo para dificuldades na hora de mastigar e de engolir. É nessa hora que o trabalho de um fonoaudiólogo entra em cima. “A fonoterapia estabelece o equilíbrio funcional e motor das estruturas envolvidas na respiração, mastigação, deglutição e fala”, conta.
Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos

Saiba quando procurar o fonoaudiólogo para resolver problemas de fala

O fonoaudiólogo é conhecido por ajudar crianças com problema na fala, mas será que é preciso esperar até a idade da fala completa para procurar ajuda? Os primeiros balbucios acontecem perto do primeiro ano de vida, as primeiras palavras ao redor de  um ano e as primeiras frases perto dos 2 anos. “Caso os pais desconfiem que a criança esteja com o desenvolvimento muito abaixo do esperado para a faixa etária ou se sua fala é ininteligível, com muitas trocas e omissões, é aconselhável fazer uma sessão com um fonoaudiólogo”, diz Ana Carolina. 
No consultório o fonoaudiólogo vai avaliar e orientar os pais sobre o que eles devem fazer. “Muitos pais não sabem como estimular e brincar com seus filhos. Uma boa orientação do fonoaudiólogo sobre como eles podem auxiliar nas dificuldades dessa criança pode ter um resultado rápido e eficaz”, revela a profissional.
Ana Carolina Cravo é fonoaudióloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e tem especialização em voz no centro de Estudos da Voz. CEV – SP. Fonoaudióloga dos Canais Esporte Interativo e Professora de voz do Curso Profissionalizante de locução de Rádio – Escola de Rádio.
Fonte: https://playkidsapp.com/family/2016/04/fonoaudiologo-ajudar-filhos/

domingo, 1 de maio de 2016

A doçura da aprendizagem: pais podem ajudar a tornar tudo mais interessante


É difícil encontrar uma fórmula perfeita que motivem seus filhos a fazer a tarefa de casa e focar na educação? Mas não perca suas esperanças! Encontrar a doçura da aprendizagem fará com que tudo fique mais fácil. Se seu filho está relutando, aqui vão algumas dicas de como ajudá-lo a compreender os benefícios da educação.
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Determine alguns pequenas metas
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A criança pode estar exausta e pode precisar dar alguns pequenos passos para atingir suas metas, ao invés de grande resultados imediatos.
“A principal razão para os estudantes estarem desmotivados é o fato de se sobrecarregarem com muitas lições de casa e muitos conteúdos,” afirma Alexandra Mayzler, diretor de uma companhia de tutoriais em Nova Iorque e no Texas.
“Isso pode fazer com que a criança passe a imaginar o sucesso do futuro como algo  inatingível e extremamente difícil de ser alcançado.”
Crie uma lista com pequenas metas para que o seu filho consiga checar à medida que cumpri-las. Ao invés de cobrá-lo de que precisa escrever por várias horas ininterruptas, estabeleça: um assunto para a redação (confere!), um rascunho do texto (confere!), e uma versão final (e confere!).
Foque num plano de aprendizado diferente
Forçar o seu filho a se sentar diante da mesa e ler longos capítulos de um livro pode frustrá-lo. Ao invés disso, entenda os meios que são mais fáceis para ele aprender, consultando os professores dele para conseguir conselhos e adequando o plano de atividades às habilidades dele.
Se seu filho for um ótimo ouvinte, grave-o lendo o conteúdo em voz alta para que ele possa ouvir a gravação e dominar a matéria. Se ele for mais visual, escreva as anotações em cores chamativas.
Sintonize e ouça
Tente evitar assustar o seu filho com a obrigatoriedade de notas altíssimas. “A conversa sobre a faculdade pode ser resumida com os pais falando o que precisam para serem bem sucedidos quando estiverem lá,” diz Mayzler.
“Adultos tendem a pensar a longo prazo. Entretanto, estudantes, em sua maioria, não conseguem pensar nas férias da escola porque é algo muito distante e não é motivador pensar nisso.” Então, conte a ele sobre os esforços que você teve que fazer na sua escola para que ele não se sinta mais sozinho.
Reserve um tempo para ouvi-lo explicando o porquê pode ser difícil focar e para descobrir um plano juntos. Ele, certamente, reconhecerá seus esforços. “Pais devem saber que, por mais que muitas vezes não pareça, as crianças ouvem o que os pais dizem”, diz Mayzler.
Ensine quando estiverem viajando
Pode ser que o seu filho esteja simplesmente cansado da mesma rotina de sempre da escola. Anime o processo educacional levando os estudos para fora da sala de aula. “Conecte coisas da família e atividades a conteúdos da escola,” sugere Janine Walker Caffrey, escritora.
Por exemplo, se seu filho está aprendendo sobre botânica, comece a cavar o seu jardim e plantar. Se ela está estudando a história do Brasil, escolha um final de semana para visitar algum museu ou um lugar onde tenha ocorrido alguma revolução marcante.
Reconheça as missões cumpridas
Elogiar o seu filho quando finalizar alguma tarefa pode incentivá-lo na vida acadêmica. Se ele arrasar numa prova de matemática, foque num trabalho específico que ele não tenha conseguido realizar a meta e diga, “estou orgulhosa que você tenha estudado a tabela de multiplicação por 20 minutos na noite passada.”
Se ele estava se esforçando em um projeto que recebeu muitos elogios do professor, ofereça a ele uma breve parada para um sorvete ou 10 minutos extras no computador ou com o seu brinquedo preferido. Mas cuidado para não elogiar demais. Nunca use incentivos que envolvam dinheiro para recompensá-lo sobre sua performance – fique somente com os elogios, pequenos objetos ou privilégio divertidos.
Fonte:http://www.paisefilhos.com.br/crianca/a-docura-da-aprendizagem-pais-podem-ajudar-a-tornar-tudo-mais-interessante/

domingo, 24 de abril de 2016

Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho


Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho é qualquer dificuldade na emissão da voz que impeça ou dificulte a produção natural da voz e comprometa a atuação profissional.

Estima-se que os distúrbios de voz atinjam uma considerável parcela da população brasileira economicamente ativa. Entre os trabalhadores que utilizam a voz como instrumento de trabalho, conhecidos também como profissionais da voz, estão: os professores, teleoperadores, cantores, atores, radialistas, jornalistas, religiosos, políticos, secretárias, advogados, profissionais da saúde, vendedores, ambulantes, agentes comunitários de saúde e outros.


Sinais e sintomas



- cansaço ao falar

- rouquidão

- secura na garganta

- esforço ao falar

- falhas na voz

- perda de voz

- pigarro

- ardor na garganta/dor ao falar

- voz mais grossa

- falta de volume e projeção vocal

- pouca resistência ao falar

- dor ou tensão cervical

Inicialmente os sintomas são pouco frequentes, predominando ao final da jornada de trabalho e havendo redução após repouso noturno ou nos finais de semana. Aos poucos, vão se tornando constantes independentemente do uso prolongado da voz, não havendo melhora mesmo com repouso vocal. Em alguns casos, dependendo da intensidade dos sintomas e do impacto destes no trabalho, há a necessidade de afastamento da atividade profissional.



Riscos para a Saúde Vocal presente nos Processos 
e Ambientes de Trabalho

O desenvolvimento do distúrbio vocal relacionado ao trabalho é multicausal e está associado a diversos fatores, que podem desencadear ou agravar o quadro de alteração vocal do trabalhador, de forma direta ou indireta, podendo haver interação destes nos ambientes de trabalho.

Eles podem estar relacionados à própria organização do trabalho como: jornada prolongada, sobrecarga por acúmulo de atividades ou funções, excessivo uso da voz, com ausência de pausas para descanso, durante a jornada, trabalho sob forte pressão, insatisfação com o trabalho ou com a remuneração, postura inadequada, dificuldade de acesso a hidratação e sanitários.

Fatores relacionados ao ambiente também devem ser considerados, tais como ruído de fundo, que favorece a competição sonora durante a fala, ventilação inadequada, exposição a produtos químicos irritativos de vias aéreas superiores (solventes, vapores metálicos, gases asfixiantes) e presença de poeira ou fumaça no local de trabalho.

Importante lembrar que algumas características individuais e hábitos de vida podem funcionar como fatores agravantes e/ou desencadeantes, entre eles a idade, alergias respiratórias, doenças de vias aéreas superiores, influências hormonais, medicações, consumo demasiado de bebidas alcoólicas, fumo, pouca ingesta de água, estresse, doenças gástricas e outros.




Diagnóstico, Tratamento e Prevenção do Distúrbio Vocal 
Relacionado ao Trabalho

O diagnóstico do distúrbio vocal deve considerar a história profissional, a avaliação otorrinolaringológica e fonoaudiológica especializadas, o levantamento das condições e fatores de risco presentes nos ambientes e processos de trabalho e o levantamento de comportamentos e hábitos relevantes.

A atuação integrada entre o médico otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo permite que haja precisão diagnóstica e eficácia terapêutica, devendo ocorrer, preferencialmente em curto prazo, na garantia de um prognóstico melhor.

Cabe aos profissionais de saúde identificar os riscos à saúde vocal, para que ações de promoção e prevenção sejam planejadas assegurando, assim, a atenção integral ao trabalhador. 

Fonte: http://www.saude.rj.gov.br/vigilancia-em-saude/1015-vigilancia-ambiental-em-saude-e-saude-do-trabalhador/saude-do-trabalhador/agravos-em-saude-do-trabalhador/23241-disturbio-de-voz-relacionada-ao-trabalho.html (adaptado)


domingo, 17 de abril de 2016

Dia de piquenique



No  domingo 10/4, realizamos um delicioso piquenique com a participação da equipe Ctim, pacientes e familiares.

Tudo aconteceu da melhor maneira: dia lindo, lugar agradável, famílias integradas e participativas, pacientes felizes e, claro, lanche gostoso.

Hoje nosso blog registra alguns momentos desse maravilhoso encontro.

Parabéns aos participantes, pelo comprometimento e parceria!


























domingo, 10 de abril de 2016

Porque brincar faz bem...

O principal objetivo destas brincadeiras é estimular a interação social e ajudar pais, cuidadores e professores a promoverem as habilidades sociais em crianças com Transtornos do Espectro Autista. Se a criança estiver se divertindo, vai querer continuar brincando. Quanto mais brincar, mais oportunidades terá de aprender.


Achou: “Achou” é uma das primeiras brincadeiras que as crianças aprendem. Ponha uma coberta sobre seu filho. Tire então a coberta para “descobri-lo” e diga “Achou!” Planeje quais participações seu filho pode ter para manter a brincadeira andando e quando pode participar enquanto a coberta está sobre ele ou depois que você o descobriu. Os tipos e número de participações dependem do estágio de comunicação da criança.

Esconde-esconde : “Esconde-esconde” seu filho pode se esconder em lugares apertados ou ser coberto por travesseiros e cobertas. Mas o Esconde-esconde oferece a ele maior variedade de participações.


Cavalinho:  Na Brincadeira de Cavalinho, seu filho sobe nos seus ombros ou, se ele gosta da sensação de pressão profunda, pode deitar  de barriga para baixo sobre suas costas para uma “cavalgada”. Quando você parar, a participação dele será pedir que recomece. Subsequentemente, seu filho poderá lhe dizer quando parar e quando andar.

Aviãozinho:  Nas brincadeiras de Aviãozinho, você joga seu filho para cima, levanta-o em pé sobre seus joelhos, leva-o em um passeio sobre suas pernas e então o coloca de volta no chão. Como pode perceber, há muitas variações de Aviãozinho. Se o seu filho gosta de movimento, vai gostar pelo menos de uma dessas brincadeiras.

Um, dois, três e já! Brinque da mesma maneira que você brinca de Aviãozinho, só que em vez de jogar seu filho para cima, balance-o segurando seus braços e diga “Um, dois, três e (pausa)” balança! (ou “vai!”, ou “oba!”). Se você ainda não estiver dizendo “Um, dois, três” em outras brincadeiras, tente outra frase repetitiva, como “Atenção, preparar - balança”!,

Pega-pega : Brincadeiras com correria são as favoritas de crianças que estão sempre em movimento. Pega-pega é uma brincadeira na qual você corre atrás do seu filho para pegá-lo ou que ele corre atrás de você! Depois que seu filho aprender a brincadeira com você, será mais fácil incluir outras crianças e brincar no parque ou na escola.



Cabo de Guerra: (Um, dois, três -Puxa!) Se o seu filho gosta de segurar-se às coisas, uma brincadeira de cabo de guerra não satisfaz somente esta necessidade, mas também o ajuda a interagir e se comunicar. Para brincar, cada um segura em uma ponta de uma toalha ou lençol, dependendo do que ele preferir. Diga: “Um, dois, três ... puxa!” e então puxe o tecido de maneira gentil mas firme.



Um, dois, três – Pula! Brinca-se de Um, dois, três – Pula! da mesma maneira que “Aviãozinho”. Mas em vez de levantar seu filho sobre sua cabeça, segure suas mãos e pulem juntos dizendo: “Um, dois, três, pula!” Se ele gosta de pular, pode providenciar uma mini cama elástica, encontrada em lojas de material esportivo. Se ele usar a cama elástica, não esqueça de interromper os pulos para que tenha a oportunidade de pedir mais.

Brincadeira com bola grande: Uma bola grande o suficiente para que seu filho possa sentar-se sobre ela é ideal para esta brincadeira. Seu filho pode sentar-se sobre ela, deitar-se de barriga para baixo, ajoelhar-se enquanto você o segura. Bata suavemente a bola e diga “Atenção, preparar – já!” ou “Um, dois, três – pula” ou “Pula, pula, em cima da – bola!”. Crie oportunidades para que seu filho participe, de acordo com seu estágio de comunicação.

Montanha de travesseiros: Esta brincadeira oferece uma série de estímulos: correr, pular e sentir pressão sobre o corpo. Junto com seu filho, monte uma montanha de travesseiros ou almofadas, colocando-os uns sobre os outros. Enquanto vai construindo a montanha, conte cada travesseiro ou almofada, levantando os dedos para indicar os números. Diga, então: “Vamos pular!” e ajude seu filho a pular para cima das almofadas e travesseiros.


Referências: Livro mais do que palavras – Fern Sussman

Fonte: http://fono-audiologia.blogspot.com.br/