domingo, 19 de junho de 2016

Enurese, você sabe o que é?


Não se sabe se é por vergonha dos pais ou pela sua ignorância ou desconhecimento sobre o tema, mas o certo é que mais da metade das crianças que se urinam na cama de forma involuntária e incontrolada não está diagnosticada adequadamente por um especialista em enurese infantil, e não recebem um devido tratamento. Por que será? 

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Quando a criança com enurese não é tratada

Quase 70% das crianças com enurese estão sem ser diagnosticadas corretamente. Isso é o que revela o urologista Juan Carlos Ruiz de la Roja, numa recente entrevista a Guiainfantil.com, e uma pesquisa realizada por Ferring, durante as férias natalinas. Segundo o urologista é necessário que se produzam dois ou mais episódios de escapes por mês para começar a falar de enurese. Se isso acontece, os pais devem buscar um especialista. 
Uma enurese sem diagnóstico ou tratamento médico pode gerar consequências graves no desenvolvimento da maturidade e psicológico das crianças. Tudo isso pode afetar o seu rendimento escolar, sua personalidade e seu comportamento. As crianças evitam ir a acampamentos de verão, dormir na casa de amigos, por medo de que seu problema seja descoberto. A enurese causa efeitos negativos na socialização dos pequeninos. 
A enurese se define como o escape involuntário de urina durante o sono, com uma frequência superior a quatro vezes ao mês em crianças maiores de cinco anos. É mais comum em meninos do que em meninas e são muitos os fatores que podem causá-la, desde o mal treinamento do uso do banheiro até antecedentes familiares. 85% dos casos de enurese têm causa de origem hereditária. Os especialistas indicam como ‘chave’ um gene do cromossomo 13, ‘ainda que estejam sendo estudados outros genes e cromossomos que poderiam ter relação com a doença'. 

Como se diagnostica a enurese infantil 

Em geral, essa doença se diagnostica tendo como base o histórico médico e um exame físico da criança. Normalmente são feitos exames para descartar infecções ou doenças. Afere-se a pressão arterial, se pede uma análise de sangue e uma ecografia. A enurese tem cura desde quando seja tratada devidamente. 

Vilma Medina
Diretora de GuiaInfantil.com

Fonte:http://br.guiainfantil.com/blog/saude/enurese/quando-a-crianca-faz-xixi-na-cama-de-forma-involuntaria/

domingo, 12 de junho de 2016

Relação fraternal


A relação entre irmãos na infância às vezes não é nada fácil: o mais velho vê aquela nova pessoinha chegando para roubar a atenção que antes era só dele e, enquanto isso, o caçula percebe que o vínculo entre o irmão e os papais já é bem forte. Tem como não dar briga? Se o ciúme é inevitável, existem algumas medidas que você pode tomar para estender a bandeira branca em casa.
ciumesIntervalo maior entre os filhos = Algumas mamães preferem ter filhos em idades bem parecidas, mas o aconselhável é dar uma diferença de pelo menos três anos entre eles. Dessa forma o primeiro já vai estar andando e minimamente independente, sem querer o colo que agora está sendo dado para um novo irmãozinho.

“Amo os dois igualmente!”= Os pais podem ser grandes responsáveis na ciumeira que surge em casa. Quando um filho é mais calmo e obediente que o outro, é natural que os pais sintam uma leveza maior nessa relação, mas deixar isso transparecer na frente de um outro filho só vai piorar o relacionamento de vocês.
crianças emburradas
Exclusividade para cada um de vez em quando = Passar um tempo com a família toda é sempre uma delícia, mas que tal desenvolver a relação com seus filhos de maneira individual? É ideal que o papai e a mamãe tirem alguns momentos para dar atenção exclusiva a cada filho: isso vai eliminar a competição por atenção e fazer cada pequeno se sentir único.

Deixe seu filho mais velho se sentir parte da novidade= Um dos grandes problemas de ter um novo bebê é que o filho mais velho pode se sentir deixado de lado, mas isso nunca vai acontecer se ele estiver envolvido em todo processo. Deixar ele ajudar na escolha do nome, ensinar a segurar as perninhas enquanto você troca a fralda e mostrar o quanto ele é importante ajuda na dinâmica da casa.

Seu filho mais velho ainda é criança= Quando uma criança menor chega em casa, os pais costumam colocar uma pesada carga em cima dos filhos mais velhos falando para ele agir como um menino grande. O problema é que até pouco tempo ele era o bebê da casa e repreendê-lo dessa forma só vai internalizar sentimentos ruins. A chave é entender o que aquela criança está querendo ao se comportar igual ao irmão mais novo e dar atenção a essas vontades.

Comparar os dois filhos cria a ideia de competição = Um combustível poderoso para incentivar o ciúme entre irmão é ficar comparando os dois dizendo que um é melhor em tal tarefa que o outro. Isso coloca os irmãos em lados opostos em que precisam lutar para ser melhor que o outro.

Exercite a união entre os seus filhos= Inventar brincadeiras em que um precise do outro é uma ótima forma de unir seus filhos. Incentive o espírito colaborativo mostrando a eles que, quando agem juntos, eles têm mais chances de ganhar um jogo ou convencer a mamãe a ligar a TV, por exemplo.
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Valorizando a individualidade dos seus filhos = Por mais que compartilhem os mesmos genes, nenhuma criança é igual a outra. Por isso não é uma boa ideia falar para a criança se comportar como o irmãozinho ou fazer ele gostar de um alimento só porque a outra criança gosta. Um dos pequenos vai se sentir desfavorecido e o resultado com certeza vai ser o aumento dos ciúmes.

Conheça o temperamento de cada filho= As crianças mais quietinhas tendem a não pedir muita atenção, mas isso não quer dizer que elas não querem. Esteja sempre atenta e pronta para dar afeto ao seu pequeno, mesmo que ele seja discreto e não peça.

Preste atenção nas brigas repetidas= Crianças não conseguem disfarçar quando estão com ciúmes, então a mamãe pode identificar quais situações mais colocam os seus filhos em lados opostos. Trabalhe em cima dessa questão até ambos se sentirem seguros e valorizados.

domingo, 5 de junho de 2016

Os resultados das provas começam a chegar e...



(Foto: Shutterstock)
Com o ano letivo a todo vapor, começamos a receber pedidos de socorro de mães desesperadas. O resultado das provas começam a chegar em casa e temos duas reações opostas, porém, igualmente inadequadas.

Pais assustados começam a procurar explicação para as notas baixas fora de casa, em  consultórios médicos ou na escola.  Os filhos, por sua vez, ainda estão tranquilos, “foram só as primeiras provas, pra que se apavorar?”.
Então vamos ajudar para que as famílias possam aproveitar o que tem de melhor nas duas reações extremas e colocar a situação nos trilhos antes que, de fato, essa marola se transforme em um tsunami no final do ano letivo.
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Em primeiro lugar, pais, respirem fundo. Agora pensem que a situação não é com seu filho. Vamos fazer de conta que estamos falando do vizinho ou daquele sobrinho terrível, assim podemos enxergar melhor a situação, sem as desculpas que automaticamente vocês já criariam para aliviar a barra de seus filhos.

Há duas possibilidades nessa situação. Na primeira, o seu filho tirou uma nota baixa e todas as outras dentro da média ou acima. Na segunda, como em alguns casos que recebemos, a situação inversa aconteceu e talvez ele tenha uma nota na média e todas as outras abaixo, bem abaixo do esperado.
No caso de uma única nota ruim, não há porque entrar em pânico. A verdade é que uma reação negativa da sua parte pode desanimar seu filho, já que ele realmente se esforçou ao ponto de ter boas notas em quase todas as matérias. O fundamental é que você mantenha seu foco em elogiar as boas notas e valorizar o esforço que foi colocado para alcançar esse resultado. Quanto à nota baixa, basta perguntar qual o plano para melhorar esta nota na próxima prova. Depois, dê um tempo de – no máximo – um dia para seu filho apresentar o que planejou e mostrar que confia na capacidade que ele tem para reverter a situação.
Se a maioria ou todas as notas foram ruins, é o momento para acender a luz de alerta, mas sem transformar a situação em um caos dentro de casa ou na relação com a escola. Quanto mais tranquila for a reação, mais firme e segura você conseguirá ser em todos os aspectos necessários para ajudar seu filho a reverter a situação atual. Aqui vai o primeiro aspecto que você precisa aceitar para que possa ajudar: a responsabilidade pelas notas ruins é do seu filho e de mais ninguém. Por isso é importante tentar enxergar de fora, nada de procurar “o culpado” pelas notas baixas.
Quando tentamos encontrar alguém a quem culpar, o foco da situação é totalmente desviado e, seja quem for o escolhido, nada ou muito pouco de produtivo poderá ser tirado para reverter o quadro. Então, combinamos que não há culpados. O fato de você ter trabalhado demais, da professora de matemática ser brava demais, de seu filho ter ficado triste demais ou qualquer outro “demais” não deve ser usado como desculpa agora.

Se o responsável por estudar e tirar boas notas é seu filho, fica claro que ele pode – e deve – solicitar ajuda quando precisar, mas é ele quem vai ter que mudar algumas atitudes para que a situação não se repita. Seu papel como responsável é fundamental: guiando, apoiando, mostrando que acredita, estabelecendo e fazendo cumprir algumas regras. Mas nada disso vai adiantar caso seu filho não mude também.
A melhor maneira de conseguir isso é solicitar que ele faça uma lista das causas que podem ter gerado esse resultado. Lembre-se de não tratar cada matéria ou prova de forma isolada. Por exemplo, ele não deve pensar sobre o porquê de ter tirado 4,0 em Geografia, 5,0 em Ciências e 4,8 em Língua Portuguesa. A resposta que você quer dele é uma ideia do que pode ter causado tantas notas baixas. Se o seu filho ainda for muito novo, você pode fazer uma média de todas as notas e o foco será neste número, para facilitar o entendimento.
Dê a ele pelo menos o tempo de um dia para o outro para pensar em algumas possibilidades e volte a conversar. Ele deve trazer por escrito uma pequena lista dos motivos que podem ter gerado o resultado negativo. O objetivo final é que ele tenha a oportunidade de analisar suas próprias ações e comprometimento, talvez pela primeira vez! Prepare-se para surpresas boas. Seu filho é mais inteligente do que as notas mostram. Geralmente, falta a ele oportunidade para pensar sobre as próprias ações e para assumir responsabilidades que não podem ser passadas a ninguém, nem mesmo a vocês, responsáveis, que até então cuidavam de tudo!
No dia seguinte, deixe que ele fale. Não fale por ele. Ouça. Depois de ouvir a interpretação dele, pergunte o que ele pretende fazer para reverter a situação nas próximas provas. Novamente, seja paciente. Deixe que ele pense. Ouça. Apoie o seu filho!
Fonte: http://www.paisefilhos.com.br/blogs-e-colunistas/tais/os-resultados-das-provas-comecam-a-chegar-e/  (Adaptado)

domingo, 22 de maio de 2016

Entenda as fases do desenvolvimento da linguagem e da fala do bebê

fala bebê abre
Até agora, a única forma que seu bebê usa para se comunicar é o choro alto e repetido. Mas, felizmente, ele logo vai passar por um grande salto no desenvolvimento da linguagem, o que irá melhorar a sua capacidade de se expressar com palavras. Mas, assim como ele tem que rastejar antes de andar, ele tem que balbuciar antes de falar. “Balbuciar é um marco importante porque representa o início de uma comunicação real, quando um bebê começa a experimentar sons, reações, respostas e a construção de relações sociais”, diz Sherry Artemenko, fonoaudióloga e fundadora do Play on Words.

  • Tipo de desenvolvimentos: Linguagem social e cognitiva

Quando o bebê começa a “falar” sobre isso e aquilo, ele está exibindo as habilidades de linguagem que estão brotando. Claro, você não tem ideia do que ele está dizendo, mas essas balbuciações vão se tornar palavras reais. Sua tagarelice também pode te dar uma ideia de como está seu desenvolvimento cognitivo, como ele memoriza e repete sons. Leva tempo para ele pensar sobre o que quer dizer e para aprender a usar ações verbais e não verbais para expressar seus desejos e necessidades. Obviamente, há um componente social também. Muito antes de ele dizer uma palavra, seu bebê aprende regras da linguagem e da socialização, observando você reagindo a seus sons e como você e seus parceiros de conversa se entendem. Os bebês estão conectados para aprender a língua e são afetados em como os outros se envolvem verbalmente com eles.

  • Quando esperar que a fala comece?
As habilidades verbais do seu bebê vão progredir por etapas a medida que seu mecanismo vocal amadurece e ele se relaciona com o seu ambiente, diz Artemenko. Em primeiro lugar, o nascimento dos sons de vogais são com “coos” e “goos” quando ele tiver de 2 a 3 meses. Balbuciação começa em torno de 4 meses. As primeiras experiências incluem, muitas vezes, sons com “p”, “b” e “m”, que são produzidos só de colocar os lábios juntos, diz Diane Paul, Ph.D., diretora de questões clínicas em patologia e fonoaudióloga na American Speech -Language-Hearing Association em Rockville, MD. Então, você vai ouvir um monte de “puh puh puh”, “buh buh buh” e “muh muh muh” soando no começo.

  • Há muitas coisas que você pode fazer para ajudar no desenvolvimento da fala e da linguagem do seu bebê
  • Envolver- se em uma conversa ao falar com o seu bebê

  • Dar um tempo para ele processar suas palavras e “responder”

  • Usar diferentes tons e sílabas quando você fala de modo que ele possa imitar e aprender novos sons

  • Explicar o murmúrio do seu bebê para ele. Se ele diz “ba ma ma ba” ao olhar ao redor, você pode dizer: “Oh, você está procurando sua garrafa? Onde é que a garrafa está?”
“A pesquisa mostra que a quantidade de palavras faladas positivamente a uma criança [afeta] o desenvolvimento da linguagem” diz Artemenko. Então use palavras adequadas para continuar a falar, ler e cantar para o seu bebê.

fala bebê miolo

Depois que seu bebê tiver mais prática usando seus lábios e língua para formar sons, geralmente, em torno de 6 a 7 meses o seu tagarela não vai parar de falar. Então, você vai ouvir uma maior variedade de sons, como “ba-pa-ta-bi ba bi bi”, diz Dr. Paul.
Pode parecer que ele está apenas deixando escapar sons aleatórios, mas se você prestar atenção, você vai observar as mudanças no tom quando ele fala. Sua voz pode subir no final de uma série de murmúrios, como se estivesse fazendo uma pergunta, ou ele pode resmungar em voz baixa após sua tia beijar seu rosto. Você também vai notar que ele pode fazer uma pausa depois de dizer o que está em sua mente, aparentemente, à espera de uma resposta. Ele descobre que uma conversa é uma coisa de vai-e-vem e não de apenas uma pessoa falando e falando. Tenha foco sobre o que seu bebê “diz” e sobre a forma como ele diz. Se o seu tom não deixar claro, suas expressões faciais e a linguagem corporal podem fazer o trabalho. Por exemplo, se ele der um enorme sorriso e estiver saltando para cima e para baixo enquanto “fala”, provavelmente significa que ele está compartilhando uma notícia emocionante. Por outro lado, se há uma carranca no rosto e ele está apontando para você enquanto estiver usando uma voz estridente, ele, provavelmente, está tentando te dar uma boa bronca!
“Perto do fim do primeiro ano do seu bebê, ele vai balbuciar em cadeias mais longas de variadas sílabas sem sentido, usando a entonação e ritmo que imita a de um adulto”, diz Artemenko. Esta fase de balbuciação é um precursor da língua para as primeiras palavras, que, geralmente, acontece logo após o primeiro aniversário do seu filho. Quer saber o que essa primeira palavra mágica pode ser? “Papai”, “mamãe”, “bebê”, “bola” e “oi” são algumas das mais comuns, diz o Dr. Paul.

  • Bandeiras vermelhas as quais se atentar

Lembre-se: as crianças são diferentes e desenvolvem habilidades em momentos diferentes. Enquanto a tagarelice do seu bebê está progredindo e ele está interagindo com você e com os outros, isso não quer dizer que você não precisa se preocupar. Se o seu discurso e o seu desenvolvimento da linguagem para ou regride a qualquer momento, se ele não está balbuciando e fazendo contato com os olhos ou gestos, ou se as palavras não surgem até seus 15 meses, agende uma conversa com o seu pediatra e um fonoaudiólogo. Quanto mais cedo uma criança recebe ajuda na sua fala ou no problema de linguagem, melhor será.
Fonte:http://www.paisefilhos.com.br/bebe/entenda-as-fases-do-desenvolvimento-da-linguagem-e-da-fala-do-bebe/

domingo, 15 de maio de 2016

Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos


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Pediatra, dentista e nutricionista são alguns dos médicos que as crianças sempre vão, mas alguns outros como o fonoaudiólogo só costumam aparecer de vez em quando. Será mesmo? Nessa matéria a gente descobre que eles estão mais presentes na vida dos nossos filhos do que a gente pensa e vê que esses profissionais podem ajudar os nossos pequenos em áreas que a gente nem imaginava.
Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos


Relação do fono com os nossos bebês começa na maternidade

Mesmo que os bebês ainda não saibam falar, eles são cuidados por fonoaudiólogos desde cedo. Esses profissionais estão nos hospitais fornecendo orientações sobre o aleitamento materno para a equipe médica e para as mães, além das avaliações e tratamentos feitos com crianças que têm dificuldades de amamentação.


É na maternidade também que os fonoaudiólogos fazem duas avaliações que são muito importantes para a vida futura do bebê – os testes da orelhinha e da linguinha. “O teste da orelhinha detecta precocemente alterações auditivas e o da linguinha avalia se o freio lingual está encurtado, o que significa restrição no movimento da língua e dificuldades na amamentação e fala”, explica a fonoaudióloga Ana Carolina Cravo.

Fonoaudiólogo pode ajudar nossas crianças a comerem melhor

Esse assunto é polêmico, mas Ana Carolina confirma que o excesso de chupetas e mamadeiras pode causar alterações na boca contribuindo para dificuldades na hora de mastigar e de engolir. É nessa hora que o trabalho de um fonoaudiólogo entra em cima. “A fonoterapia estabelece o equilíbrio funcional e motor das estruturas envolvidas na respiração, mastigação, deglutição e fala”, conta.
Fonoaudiólogo: confira como esse especialista pode ajudar nossos filhos

Saiba quando procurar o fonoaudiólogo para resolver problemas de fala

O fonoaudiólogo é conhecido por ajudar crianças com problema na fala, mas será que é preciso esperar até a idade da fala completa para procurar ajuda? Os primeiros balbucios acontecem perto do primeiro ano de vida, as primeiras palavras ao redor de  um ano e as primeiras frases perto dos 2 anos. “Caso os pais desconfiem que a criança esteja com o desenvolvimento muito abaixo do esperado para a faixa etária ou se sua fala é ininteligível, com muitas trocas e omissões, é aconselhável fazer uma sessão com um fonoaudiólogo”, diz Ana Carolina. 
No consultório o fonoaudiólogo vai avaliar e orientar os pais sobre o que eles devem fazer. “Muitos pais não sabem como estimular e brincar com seus filhos. Uma boa orientação do fonoaudiólogo sobre como eles podem auxiliar nas dificuldades dessa criança pode ter um resultado rápido e eficaz”, revela a profissional.
Ana Carolina Cravo é fonoaudióloga formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e tem especialização em voz no centro de Estudos da Voz. CEV – SP. Fonoaudióloga dos Canais Esporte Interativo e Professora de voz do Curso Profissionalizante de locução de Rádio – Escola de Rádio.
Fonte: https://playkidsapp.com/family/2016/04/fonoaudiologo-ajudar-filhos/

domingo, 1 de maio de 2016

A doçura da aprendizagem: pais podem ajudar a tornar tudo mais interessante


É difícil encontrar uma fórmula perfeita que motivem seus filhos a fazer a tarefa de casa e focar na educação? Mas não perca suas esperanças! Encontrar a doçura da aprendizagem fará com que tudo fique mais fácil. Se seu filho está relutando, aqui vão algumas dicas de como ajudá-lo a compreender os benefícios da educação.
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Determine alguns pequenas metas
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A criança pode estar exausta e pode precisar dar alguns pequenos passos para atingir suas metas, ao invés de grande resultados imediatos.
“A principal razão para os estudantes estarem desmotivados é o fato de se sobrecarregarem com muitas lições de casa e muitos conteúdos,” afirma Alexandra Mayzler, diretor de uma companhia de tutoriais em Nova Iorque e no Texas.
“Isso pode fazer com que a criança passe a imaginar o sucesso do futuro como algo  inatingível e extremamente difícil de ser alcançado.”
Crie uma lista com pequenas metas para que o seu filho consiga checar à medida que cumpri-las. Ao invés de cobrá-lo de que precisa escrever por várias horas ininterruptas, estabeleça: um assunto para a redação (confere!), um rascunho do texto (confere!), e uma versão final (e confere!).
Foque num plano de aprendizado diferente
Forçar o seu filho a se sentar diante da mesa e ler longos capítulos de um livro pode frustrá-lo. Ao invés disso, entenda os meios que são mais fáceis para ele aprender, consultando os professores dele para conseguir conselhos e adequando o plano de atividades às habilidades dele.
Se seu filho for um ótimo ouvinte, grave-o lendo o conteúdo em voz alta para que ele possa ouvir a gravação e dominar a matéria. Se ele for mais visual, escreva as anotações em cores chamativas.
Sintonize e ouça
Tente evitar assustar o seu filho com a obrigatoriedade de notas altíssimas. “A conversa sobre a faculdade pode ser resumida com os pais falando o que precisam para serem bem sucedidos quando estiverem lá,” diz Mayzler.
“Adultos tendem a pensar a longo prazo. Entretanto, estudantes, em sua maioria, não conseguem pensar nas férias da escola porque é algo muito distante e não é motivador pensar nisso.” Então, conte a ele sobre os esforços que você teve que fazer na sua escola para que ele não se sinta mais sozinho.
Reserve um tempo para ouvi-lo explicando o porquê pode ser difícil focar e para descobrir um plano juntos. Ele, certamente, reconhecerá seus esforços. “Pais devem saber que, por mais que muitas vezes não pareça, as crianças ouvem o que os pais dizem”, diz Mayzler.
Ensine quando estiverem viajando
Pode ser que o seu filho esteja simplesmente cansado da mesma rotina de sempre da escola. Anime o processo educacional levando os estudos para fora da sala de aula. “Conecte coisas da família e atividades a conteúdos da escola,” sugere Janine Walker Caffrey, escritora.
Por exemplo, se seu filho está aprendendo sobre botânica, comece a cavar o seu jardim e plantar. Se ela está estudando a história do Brasil, escolha um final de semana para visitar algum museu ou um lugar onde tenha ocorrido alguma revolução marcante.
Reconheça as missões cumpridas
Elogiar o seu filho quando finalizar alguma tarefa pode incentivá-lo na vida acadêmica. Se ele arrasar numa prova de matemática, foque num trabalho específico que ele não tenha conseguido realizar a meta e diga, “estou orgulhosa que você tenha estudado a tabela de multiplicação por 20 minutos na noite passada.”
Se ele estava se esforçando em um projeto que recebeu muitos elogios do professor, ofereça a ele uma breve parada para um sorvete ou 10 minutos extras no computador ou com o seu brinquedo preferido. Mas cuidado para não elogiar demais. Nunca use incentivos que envolvam dinheiro para recompensá-lo sobre sua performance – fique somente com os elogios, pequenos objetos ou privilégio divertidos.
Fonte:http://www.paisefilhos.com.br/crianca/a-docura-da-aprendizagem-pais-podem-ajudar-a-tornar-tudo-mais-interessante/