sábado, 7 de junho de 2014

Como a leitura pode ajudar na alfabetização?

Das placas à bula dos remédios, a vida da criança está cercada de informações. Os pais podem ajudar nesta percepção. Vamos conferir como essa ajuda pode ser feita?
 
 
 
O processo de alfabetização não está restrito à sala de aula. A criança é estimulada a ler em todos os lugares. É importante que os pais percebam isso e estimulem-na. A criança pode - e deve - ser estimulada a prestar atenção, por exemplo, no uso que se dá à palavra escrita nas mais variadas situações do dia a dia.
 
 
Tarefa que os pais podem desempenhar com perfeição, agindo como parceiros da escola - o importante é estar em sintonia com o que está sendo transmitido durante as aulas. "O vínculo afetivo presente nas intervenções dos familiares contribui muito para dar sentido ao texto, pois existe a motivação emocional para as descobertas e os avanços compartilhados", realça Marta Campos, coordenadora de comunicação e apoio pedagógico da Escola Viva. "Esse vínculo deixa a criança mais confiante no universo das letras, que ganha fôlego na leitura - a partir daí, o processo é encantador e irreversível."
 
 
Importante: você pode ajudar seu filho a aprender a ler, mas não é o responsável por esta tarefa. Seja parceiro do professor de sala e confie em seus encaminhamentos. Em caso de dúvidas, procure-o para esclarecer suas dúvidas.


A seguir, veja exemplos de como os pais podem agir, em casa, de modo a despertar o interesse pela palavra escrita em seu filho:

 
1. Entender a importância
Textos fazem parte do nosso dia a dia e nos ajudam a realizar inúmeras tarefas. Eles nos informam, por exemplo, como devemos ingerir um medicamento ou seguir o passo a passo da receita de modo a fazer o bolo favorito da família.
 
2. Aplicar ao cotidiano
Mostre ao seu filho como procurar informações nos cadernos do jornal, no índice de um livro, na bula do remédio e em outros tipos de texto escrito que circulam por sua casa. "O valor da leitura deve ser 'ilustrado' nas mínimas coisas do cotidiano de uma criança para que ela perceba o significado e a funcionalidade da comunicação escrita e sinta, mais tarde, vontade de desbravar leituras mais extensas e diversas", confirma a coordenadora Marta.
3. Aguçar o olhar              
Repare. Por onde passamos há letreiro, placa ou outdoor em destaque. Eles fazem parte da nossa cultura e são canais importantes de informação.
 
4. Usar a voz              
Leia em voz alta os rótulos dos alimentos, do que está realçado nas estampas das camisetas e/ou nos anúncios das revistas. Desse modo, você insere seu filho na cultura escrita e o estimula a experimentar a leitura por conta própria.
 
5. Aprofundar-se na história              
Conhecer em detalhe as personagens de uma história em quadrinhos ajuda seu filho a antecipar o que está escrito no gibi (pode até ser que ele já conheça o enredo, sabendo mesmo o nome do herói, por exemplo).
 
6. Estar por perto              
Leia a história ao lado do seu filho, facilitando o acompanhamento do texto. "Para mostrar o valor que dão à leitura, os pais sempre contribuem quando servem de exemplo como leitores interessados", lembra Theodora Maria Mendes de Almeida, diretora do colégio Hugo Sarmento, de São Paulo. Caso uma palavra seja reconhecida, aí vai a recomendação: marque a palavra com um círculo e atraia, com isso, a atenção infantil. É outro modo de aproximar a leitura, estimulando seu filho a participar ativamente da experiência.
 
7. Atualizar-se              
Hoje, mais do que nunca, a comunicação acontece por meio de mensagens de texto enviadas por celular e/ou e-mail. É um ritual social que seu filho pode valorizar antes mesmo de ele saber ler e escrever sozinho.
 
8. Pedir ajuda              
Quando escrever um bilhete ou preparar uma lista de compras do supermercado, peça a ajuda dele na elaboração do que deve ser destacado. E, à medida que o texto ganhar forma, leia em voz alta de modo a checar, com seu filho, se o conteúdo está correto (e completo).
 

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Fonte: Site Educar para Crescer


Você ensina seu filho a gostar de ler?

Responda ao teste elaborado pela professora Maria Afonsina Matos, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), e descubra se você contribui para que seu filho se torne um bom leitor.
 
 
Clique na imagem para realizar o teste!
 
http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/voce-ensina-seu-filho-a-gostar-de-ler.shtml
 
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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Como fazer um adolescente gostar de ler?

Siga as dicas do especialista e faça seu filho de 12 a 18 anos desenvolver o gosto pela leitura. Confiram!!!
 
 
 
Ele tem mil e um pretextos para deixar os livros de lado. Diariamente seu filho, já em plena adolescência, é estimulado a dar atenção ao que funciona por meio de botões e luzes, colocando em movimento um mundo de impressões coloridas e sonoras.
 
 
É o ritual irresistível da tecnologia, sobretudo para quem contava apenas com o que estava no papel para soltar a imaginação. Concorrência brutal - e o livro sai perdendo, eis a conclusão que atormenta os pais que prezam a leitura. Ou haveria como conquistar o espaço do livro no dia a dia de um jovem tão conectado com o seu tempo?
 
 
 A batalha é difícil, mas a vitória, certa. Ao menos, tem-se essa impressão ao falar sobre o tema com Tiago Calles, professor de Português do Fundamental II, no Colégio Hugo Sarmento, na capital paulista. "O mais importante, entre os jovens de 12 aos 18 anos, é deixar claro que a leitura pode ser um ritual de prazer", avança Tiago, que também dá aula na rede pública de ensino. "Por isso, os pais precisam ter bastante cuidado na hora de escolher o tema de um livro, é o que vai fazer toda a diferença para estimular o filho adolescente a ler - e não provocar o efeito contrário".
 
 
1. A troca entre pais e filhos é estimulante
Na casa onde vivem pais leitores, o jovem já está familiarizado com a leitura desde criança, facilitando a manutenção desse hábito a partir do 6º ano, início do Fundamental II. Nesse ambiente, importante é a troca de informações/opiniões entre pais e filhos sobre temas que chamaram a atenção ao longo da semana, caso da redação primorosa de um artigo de jornal ou revista ou a última peripécia da personagem de um livro de aventuras, cuja leitura está em andamento.
 
2. Da escola para casa
Quando não há vínculo com a leitura, quando pai e mãe não são leitores de todas as horas, o importante é "pescar" o interesse da família para um determinado livro.  Como? "Normalmente, a roda de leitura entre alunos, em sala de aula, acaba sendo depois muito proveitosa em casa", comenta Tiago.
3. O adolescente não se prende a horário de leitura              
Estabelecer, na rotina doméstica, horário de leitura pode ser contraproducente, afugentando o jovem leitor em potencial. "Ele já tem muitas tarefas para cumprir no dia a dia, não deve ser penalizado com mais uma", alerta o especialista.
 
4. É importante combater as distrações              
Desligar a TV, idem, o aparelho de som e o computador em determinados momentos do dia. Pais que tomam essa iniciativa favorecem a criação de um clima propício à leitura em casa, diminuindo o poder de distração exercido pela tecnologia sobre o filho adolescente.
 
5. Leitura e navegação na web podem ser conciliadas              
Há blogs especializados em ficção, melhor, em fãs de ficção - os chamados "fanfics". Eles permitem a quem navega na web alterar o rumo de uma história favorita, acrescentando personagens, modificando o final etc.. São blogs que exemplificam, na opinião do nosso especialista, "o uso de uma ferramenta atual na exploração da literatura e da escrita".

•São exemplos que provam ser errôneo julgar a internet como inimiga mortal do livro. "Tudo depende de como ela é utilizada", observa Tiago. "A internet pode inclusive estimular a leitura ao disponibilizar, por exemplo, contos que estão esgotados sob a forma de livro". Tablet? É outra ferramenta moderna que pode ajudar o adolescente a se aproximar da leitura.
 
6. A opinião tem grande valor              
O livro despertou um comentário do seu filho com o qual o papai não concorda? Atenção. Esse jovem leitor toda a liberdade de interpretar uma história do jeito que mais lhe diz respeito - opinião que deve ser valorizada para depois servir de tema de discussão, por exemplo, durante uma refeição com o resto da família.
 
 8. Ler enriquece a imaginação              
Por que o livro continua a ser importante, seja qual for a idade do leitor? Basta pensar no fato de ele não trazer nada pronto, o que sempre serve de estímulo à imaginação. "Por mais que o autor dê detalhes, cada aluno faz uma versão bem pessoal de uma personagem, se a ele for pedido um desenho", destaca Tiago.
 


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Fonte: Site Educar para Crescer

Dica de Final de Semana - 16º Salão do Livro

O Salão do Livro vai até domingo, dia 08/06. Que tal levar sua família para uma grande viagem ao mundo da literatura? Confira mais informações aqui!!!
 


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Fonte: salaofnlij.org.br

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