terça-feira, 4 de março de 2014

Governo lança campanha de proteção à criança no Carnaval

O governo federal, por meio do Ministério do Turismo e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), lançou a campanha para proteção das crianças e adolescentes contra todos os tipos de violência durante o carnaval. Com a chamada “Proteja Brasil”, a campanha estará presente em festas de todo o País, com maior destaque para os principais centros carnavalescos do Brasil.
 
 
A campanha tem o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de estar alerta para o problema, assim como prevenir e denunciar possíveis violações de direitos de crianças e adolescentes. As ações terão como foco os pontos de grande circulação de pessoas, como portos, aeroportos, rodoviárias, hotéis e os próprios circuitos de carnaval (sambódromos, blocos e camarotes). 
 
 
Nesses locais, serão distribuídos adesivos, panfletos e cartazes informativos. Além do abuso e da exploração sexual, os organizadores pretendem alertar para outros tipos de violência, como o trabalho infantil. As denúncias devem ser feitas pelo Disque 100
 
 
Por meio do Disque 100, é possível denunciar quaisquer tipos de violações de Direitos Humanos. O serviço funciona 24 horas, sete dias por semana, inclusive finais de semana e feriados. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil através de discagem direta e gratuita, de qualquer terminal telefônico, fixo ou móvel. As denúncias podem ser anônimas e o sigilo das informações é garantido, quando solicitado. 
 
 
O Disque 100 atende também a denúncias de violações de direitos de pessoas idosas, pessoas com deficiência, LGBT e outros segmentos vulneráveis, como quilombolas, ciganos, índios e pessoas em privação de liberdade.
 
 
Nos últimos três anos (2011-2013), a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), responsável pelo Disque 100, recebeu 336,2 mil denúncias de violações de direitos de crianças e adolescentes. 
 
 
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Crédito: Portal Brasil

segunda-feira, 3 de março de 2014

Cuidados com os bebês no Carnaval

A partir de que idade o pequeno pode ir à festa? Com que fantasia?  O que levar para a folia? Como manter a segurança e a saúde das crianças enquanto elas se divertem? Confira as respostas na matéria de hoje!
 
 
1. Bebês podem curtir o Carnaval com a família?
 
Depende. Segundo a pediatra Cylmara Gargalak Aziz Silveira, coordenadora do Departamento de Pediatria do Hospital São Luiz – Anália Franco, em São Paulo, é melhor ficar em casa. “Até os 2 anos de idade, as crianças têm muitos horários para mamar e dormir, por isso não é recomendado levá-las nem para a rua ver o bloco passar nem para os clubes onde ocorrem matinês.”
 
 
2. O som alto afeta a audição dos pequenos?
 
Sim, se qualquer pessoa permanecer muito próximo às caixas com som altíssimo, pode haver o rompimento do tímpano. Mas o mais comum é a criança se irritar e começar a chorar. “Mesmo que isso não ocorra, ela pode sair de lá com um zumbido no ouvido, que a incomodará por muitas horas”, diz Cylmara. O mais seguro é manter toda a família afastada das caixas.
 
 
3. A partir de que idade as crianças podem ser fantasiadas, inclusive usando maquiagem?
 
As fantasias estão liberadas desde que sejam de tecido leve e arejado, como o algodão, e não apertem. Quanto menos adereços, melhor. Mantenha a criança longe principalmente de espadas, lanças e objetos pontiagudos. Capas devem bater, no máximo, na cintura da criança. Após os 2 anos, já se pode usar alguma pintura antialergênica, especialmente indicada para crianças. Procure marcas reconhecidas e use com parcimônia para evitar alergias e intoxicações. Se tiver filhos mais velhos que queiram usar um spray colorido no cabelo, faça um teste 48 horas antes, aplicando-o na nuca, como é recomendado pelos fabricantes de tinturas.
 
4. É permitido levar crianças pequenas para assistir a desfiles de escolas de samba e blocos carnavalescos na rua?
 
É arriscado, pois há muitas pessoas alteradas pelo uso de bebidas alcoólicas, fumaça de cigarro, sprays jogados em todas as direções e que podem causar alergias aos pequenos. “Até os 2 anos de idade, é melhor evitar essas festas. É que, até essa idade, as crianças não conseguem dizer o que estão sentindo e talvez fiquem muito assustadas”, diz Cylmara.
 
Com as maiores, claro, é preciso atenção para que não se percam ou sejam atropeladas. A dica é mantê-las no colo ou segurá-las firmemente pelas mãos. “E fique atento às bocas de lobo e bueiros. Acredite: muitas crianças caem nelas quando são mal fechadas.”
 
Para a família da folia, o ideal é permanecer na calçada e por pouco tempo, pois crianças se cansam logo. Além disso, elas precisam estar protegidas do sol, bem alimentadas e hidratadas, o que, consequentemente, resultará em vontade de fazer xixi. A dica é fazer um programa curto ou próximo de um banheiro de confiança. Nada de passar a noite fora.
 
Quem deseja colocar os filhos para desfilar precisa verificar a idade mínima estipulada pelo Juizado de Menores, que varia de ano para ano. Geralmente é a partir de 6 anos.
 
 
5. A partir de que idade as crianças podem frequentar matinês de Carnaval em clubes?
 
Alguns clubes possuem divisão do bailinho por faixa etária (até 1 ano e meio/de 1 ano e meio a 3/acima dos 3), inclusive com serviço de babá. “Se o local fizer essa separação, não há problemas, pois elas podem se divertir sem correr riscos de serem empurradas pelas mais velhas”, diz Martha Maria Ferreira de Mattos, pediatra do Ambulatório de Pediatria Social do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.
 
 
 
6. Que tipo de cuidado é necessário para proteger os bebês das consequências maléficas do sol?
 
A exposição ao sol deve ser restrita: até as 10 horas e depois das 16 horas. “Mesmo assim, lembrando de colocar um boné de aba larga e aplicar o filtro solar com fator mínimo de proteção número 30 a cada duas horas. Para as muito pequenas, com menos de 2 anos, recomendo ainda o uso de uma camisetinha”, diz Martha.
 
É fundamental que o protetor solar seja infantil, especialmente formulado para a pele delicada dos bebês, e assim evite processos alérgicos. E não é permitido usar filtro solar nos bebês menores de 6 meses de idade, por isso o banho de sol deles deve ser feito bem cedinho e por entre 15 e 20 minutos somente.
 
Outra recomendação importante e que muita gente esquece: não adianta deixar a criança debaixo do guarda-sol para ela não se queimar. “O mormaço também causa queimaduras e insolação (se não houver hidratação adequada)”, explica Cylmara.
 
 
7. A alimentação muda nesse período?
 
Não necessariamente. Mas, como muitas famílias viajam para praias nessa época, é preciso ficar de olho para não alterar demais a rotina da criança. Para começar, não relaxe nos horários das refeições e prepare um arsenal de lanchinhos para levar no isopor, evitando assim as perigosas tentações vendidas na areia. Valem água-de-coco, suco de caixinha, bolachas salgadas e doces sem recheio, biscoitos de polvilho, frutas pré-lavadas, sanduíches de pão com Polenguinho. “Ofereça a cada duas horas, pois, ao correr, nadar e fazer atividade fisica debaixo do sol, a fome é maior”, diz Cylmara.
 
Exclua do cardápio os salgadinhos e os refrigerantes. O excesso de sal de um e de açúcar do outro a quantidade de urina e os riscos de desidratação.
 
Diga não também a embutidos, como as salsichas, e reduza a quantidade de balas, gelatinas, sorvetes e biscoitos recheados. “Esses alimentos possuem muitos corantes, o que aumenta os riscos de alergia”, explica Martha.
 
Ela sugere ainda que o consumo de abacaxi seja cauteloso, pois pode causar alergia, assim como o de produtos cultivados com grandes quantidades de agrotóxicos, como morango e tomate. “Os orgânicos são sempre a melhor opção.”
 
Milho cozido? Nem pensar, a menos que você o faça em casa. “A água em que é cozido geralmente é de torneira e contém muitos coliformes fecais. Além disso, a água morna em que eles ficam mergulhados durante horas é um prato cheio para a proliferação de bactérias que causam diarreias infecciosas”, afirma Cylmara.
 
 
8. As crianças precisam de mais água do que normalmente?
 
Para manter a criança hidratada, é preciso oferecer água mineral pura o dia todo. “Se a criança toma pouco líquido e sua muito, pode ter uma insolação, que causa picos de febre e vômitos”, explica Cylmara.
 
A água-de-coco, os sucos naturais e os picolés de frutas de marcas conhecidas também são boas opções. Mas evite os refrigerantes e as bebidas isotônicas, que contêm excesso de açúcar e sódio.
 
 
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Crédito: Bebê.com.br

Bom dia!!!!



Desejamos a todos uma ótima 2ª feira! Caso necessite de orientação, entre em contato conosco e marque uma consulta! Teremos prazer em recebê-lo!

domingo, 2 de março de 2014

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Os dias 1º e 2 de abril são os dias de sensibilização em todo o mundo sobre autismo! Milhares de pessoas em todo o mundo estão vestindo azul e até mesmo "iluminando" seu mundo de azul para mostrar seu apoio e para aumentar a conscientização sobre o autismo.
 
 
 
 
Vista-se de azul e comemore o Dia Mundial do Autismo!

sábado, 1 de março de 2014

Exercícios de Memória Auditiva

O Déficit de Processamento Auditivo é um problema real que atinge crianças e adultos. Ocasionando sérias dificuldades de aprendizagem e socialização, o distúrbio, pouco conhecido e diagnosticado, já possui tratamento que inclui exercícios de aprimoramento da memória auditiva. Confira!
 
 
 
As atividades abaixo podem ser realizadas para a estimulação da memória auditiva:
 
 
# Jogo da Memória Auditiva. Para jogar, clique AQUI!
 
 
# Jogo Acerte a Sequência. Para Jogar, clique AQUI!
 
 
# Jogo Quem é?
 
Duração de 10 a 20 min.
Material: um lenço de pano.
Objetivo: desenvolver o processamento auditivo e a memória. Organização: os participantes formam um círculo, ficando um deles no centro, com os olhos vendados.
Desenvolvimento: o animador caminha ao redor do círculo e toda vez que tocar em alguém, aquele que foi tocado perguntará: Quem é? Quem estiver no centro, com os olhos vendados, terá que adivinhar o nome do participante que falou. Se não adivinhar, o participante que falou passa a ocupar o lugar dele no centro do circulo. Mas se reconhecer a voz e pronunciar o nome do companheiro mantém seu lugar e a brincadeira recomeça.
 
 
# Jogo Rio ou Ribeira
 
Duração 15 minutos.
Material: giz ou equivalente pra traçar uma linha no chão; dois cartazes: em um escrito a palavra rio e em outro a palavra ribeira.
Objetivos: desenvolver a orientação espacial; desenvolver o processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes tais como a atenção e o reconhecimento de palavras com extensão diferentes.
Organização: traça-se uma linha bem visível no chão. Um dos lados da linha será o rio, onde será colocado o cartaz correspondente no chão, e o outro, ribeira, onde coloca-se o outro cartaz. Os participantes colocam-se em fila indiana, do lado da ribeira, junto à linha divisória. Desenvolvimento: o animador vai alterando arbitrariamente as palavras rio, ribeira…, devendo os participantes deslocarem-se, saltando com ambos os pés, para o lado indicado. Quem se enganar ou pisar sobre a raia, sai do jogo. O ultimo que ficar será o vencedor. Pode-se tornar o jogo mais difícil, fazendo com que os participantes pulem num pé só ou que coloquem a mão na nuca. Se perderem o equilíbrio ou soltarem a mão terão que sair do jogo.
 
 
# Jogo Qual é a fruta?
 
Duração de 10 a 20 minutos.
Objetivo: desenvolver o processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes atenção, memória e o reconhecimento de palavras.
Organização: os participantes dispõem-se em círculo, sentados, deixando um lugar vago. Cada qual escolhe para si o nome de uma fruta ou verdura e esta escolha deve ser feita em conjunto. As crianças podem escrever os nomes das frutas e verduras em papéis, lendo-os em seguida e sorteando-os. Os nomes podem ser colocados na forma de crachás.
Desenvolvimento: o animador conta que foi a uma quitanda e lá conheceu o Sr. Joaquim que lhe perguntou o que desejava e ele foi enumerando uma lista de verduras e frutas com as respectivas quantidades. Cada vez que o animador menciona uma fruta ou verdura, o participante que tiver o mesmo nome deve ocupar o lugar que estiver vago; aquele que se enganar ou demorar sai do jogo. Observação: é preciso ter cuidado de reconstituir o círculo toda vez que necessário, de maneira que não fique mais de um lugar vago. A atividade pode começar lentamente e ser acelerada aos poucos.
 
 
# Jogo do Apito
 
Duração 15 minutos. Material: um apito.
Objetivo: propiciar o desenvolvimento do processamento auditivo, sendo as habilidades auditivas predominantes a atenção e o reconhecimento de sons não verbais com variação de intensidade (forte versus fraco), duração (curto versus longo) e freqüência (número de vezes).
Organização: os participantes colocam-se em fila, separados por uma distancia de um metro. O professor ou terapeuta deve ter um apito.
Desenvolvimento: quando o animador apitar uma vez, os participantes deverão dar um passo pra frente. Se apitar duas vezes, o passo será pra trás. Quem se atrapalhar sai do jogo. E assim prossegue sucessivamente até restar um só que será o vencedor. Observação: pode-se variar a atividade acrescentando saltos para os lados ou outros movimentos e as opções de apresentação do som já descritas.
 
 
Quer saber mais? Clique AQUI!
 
 
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Crédito: Marina Almeida
Consultora de Ed. Inclusiva, Psicóloga e Psicopedagoga

Bom dia!!!!!



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