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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Sugestões para Professores: A Avaliação dos Disléxicos

  As crianças com dificuldade de linguagem têm problemas com testes e provas:

Em geral, não conseguem ler todas as palavras das questões do teste e não estão certas sobre o que está sendo solicitado.

- Elas têm dificuldade de escrever as respostas;

- Sua escrita é lenta, e não conseguem terminar dentro do tempo estipulado.

  • Recomendamos que, ao elaborar, aplicar e corrigir as avaliações do aluno disléxico, especialmente as realizadas em sala de aula, adote os seguintes procedimentos:


  • - Leia as questões/problemas junto com o aluno, de maneira que ele entenda o que está sendo perguntado;

    - Explicite sua disponibilidade para esclarecer-lhe eventuais dúvidas sobre o que está sendo perguntado;

    - Dê-lhe tempo necessário para fazer a prova com calma;

    - Ao recolhê-la, verifique as respostas e, caso seja necessário, confirme com o aluno o que ele quis dizer com o que escreveu, anotando sua(s) resposta(s)

    - Ao corrigi-la, valorize ao máximo a produção do aluno, pois frases aparentemente sem sentido e palavras incompletas ou gramaticalmente erradas não representam conceitos ou informações erradas;

    - Você pode e deve realizar avaliações orais também.

    Se o disléxico não pode aprender do jeito que ensinamos, temos que ensinar do jeito que ele aprende.

    sexta-feira, 26 de julho de 2013

    Sugestão para Pais: Seja Atento com seus filhos Disléxicos!

     
    • Ele poderá ter muitos desapontamentos como: ser chamado de bobo ou preguiçoso, chegar atrasado em compromissos, ter frustrações nos trabalhos escolares. Mas vocês como pais podem ajudá-lo a vencer a maioria deles, desde que percebam a tempo. Preste atenção nos sinais de stress, como enurese ou introversão. Não pense que necessariamente todos esses sinais são por causa da dislexia. Seu filho está crescendo e pode ter problemas como qualquer adolescente. Tem que haver uma intervenção gentil, mas com firmeza.
     
    • Vários professores, psicólogos, clínicos e outros profissionais, de alguma maneira compreendem e são solidários aos disléxicos.
     
    • Não o deixe desistir.
     
    • Ele poderá ficar tão cansado com o esforço que faz na escola, que precisará, eventualmente, ter um dia mais folgado.
     
    • Sua criança é disléxica e depende muito de sua atenção. Mas não dê mais atenção a ela do que aos outros membros da família.
     
    • Nunca compare crianças.
     
    • Você pode se tornar neurótico(a) ou super protetor(a), o que é um perigo.
     
    

    quinta-feira, 25 de julho de 2013

    Sugestões para Pais: Como os pais podem Ajudar?

    Seu filho não está indo bem na escola. Ele é o primeiro a saber, mas não sabe o que fazer e como explicar o que acontece. Quanto mais o tempo passar sem que ele tenha ajuda, maiores serão suas dificuldades.
    Seja positivo
    • Descubra tudo que você puder sobre o desempenho de seu filho e os melhores caminhos para ele.
    • Procure o profissional adequado para ajuda-lo. Pai e mãe devem participar juntos desta tarefa.
    Seja paciente e perseverante
    • Tente desenvolver um bom relacionamento com seus professores e discuta se possível o problema com eles.
    • Sempre se pergunte: “O que eu estou fazendo: estou ajudando meu filho ou somente estou dando vazão à minha frustração?”
    • Tente ficar calmo ao receber alguma notificação escolar.
    • Ensine seu filho a fazer coisas por si próprio, dando-lhe autonomia.
    • Ensine a ele como se organizar, usando seu tempo da melhor maneira.
    • Seja paciente com os progressos que ele fizer, quando estiver tendo atendimento apropriado. Não vão acontecer milagres. Tudo isto leva tempo. É necessário muita determinação e esforço.

    terça-feira, 23 de julho de 2013

    Sugestões para Professores: Monitorando Atividades dos Disléxicos

     
    • Certifique-se de que as tarefas de casa foram compreendidas e anotadas corretamente;
    • Certifique-se de que seu aluno pode ler e compreender o enunciado ou a questão. Caso contrário, leia as instruções para ele;
    • Leve em conta as dificuldades específicas do aluno e as dificuldades da nossa língua quando corrigir os deveres;
    • Estimule a expressão verbal do aluno;
    • Dê instruções e orientações curtas e simples que evitem confusões;
    • Dê "dicas" específicas de como o aluno pode aprender ou estudar a sua disciplina;
    • Oriente o aluno sobre como organizar-se no tempo e no espaço;
    • Não insista em exercícios de fixação repetitivos e numerosos, pois isso não diminui a sua dificuldade;
    • Dê explicações de "como fazer" sempre que possível, posicionando-se ao seu lado;
    • Utilize o computador, mas certifique-se de que o programa é adequado ao seu nível. Crianças com dificuldade de linguagem são mais sensíveis às críticas, e o computador, quando usado com programas que emitem sons estranhos cada vez que a criança erra, só reforçará as ideias negativas que elas tem de si mesmas e aumentará sua ansiedade;
    • Permita o uso de gravador;
    • Esquematize o conteúdo das aulas quando o assunto for muito difícil para o aluno. Assim, a professora terá a garantia de que ele está adquirindo os principais conceitos da matéria através de esquemas claros e didáticos;
    • "Uma imagem vale mais que mil palavras": demonstrações e filmes podem ser utilizados para enfatizar as aulas, variar as estratégias e motivá-los. Auxiliam na integração da modalidade auditiva e visual , e a discussão em sala que se segue auxilia o aluno organizar a informação. Por exemplo: para explicar a mudança do estado físico da água líquida para gasosa, faça-o visualizar uma chaleira com a água fervendo;
    • Não insista para que o aluno leia em voz alta perante a turma, pois ele tem consciência de seus erros. A maioria dos textos de seu nível é difícil para ele;
     
     
    Alunos disléxicos podem ser bem sucedidos em uma classe regular. O sucesso dependerá do cuidado em relação à sua leitura e das estratégias usadas.