domingo, 28 de agosto de 2016

Qual a melhor diversão para cada idade?


Você já parou para pensar no que o seu filho faz quando está fora da escola? Assiste TV, pratica esportes, brinca com amiguinhos? Nas férias, nos fins de semana ou no contraturno, é natural que as crianças (e os pré-adolescentes, claro) queiram se divertir, mas os pais devem estar atentos às brincadeiras dos pequenos (e mesmo daqueles que não são mais tão pequenos), pois há atividades adequadas e inadequadas para cada faixa etária.
 Resultado de imagem para crianças de 12 anos brincando

A educadora Adriana Friedmann, autora dos livros "A Arte de Brincar" e "Desenvolvimento da Criança através do Brincar", explica que o "brincar" deve ter lugar prioritário na vida da criança. "Brincar é fundamental na infância por ser uma das linguagens expressivas do ser humano. Proporciona a comunicação, a descoberta do mundo, a socialização e o desenvolvimento integral", afirma. 

De acordo com a educadora, o "brincar" é composto por vários elementos: uma estrutura (começo, meio e fim), os meios (como brincar), os fins (por que brincar), o conteúdo (a temática da brincadeira), as regras, o espaço, o tempo, os brinquedos, os parceiros e um comportamento lúdico (ações e reações daqueles que brincam). 
Resultado de imagem para crianças de 12 anos brincando

 A educadora alerta: cada faixa etária exige um tipo diferente de brincadeira. Veja a seguir quais as atividades mais indicadas para cada idade!

A melhor brincadeira de 0 a 3 anoshttps://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEjrEa3cobW2QoWPnhUqxIBS458nozbzULPkPL4hCapQ-dH05ezJWKQnQNX0FocebzXL3O3SplwnH5-Z2KKnEUg86sPkr2i_M9wU34X15xhf1rCGAvfuoM_Yo5j6CgJh_xXwqSDZdeitHCzxRdSBe74n81S572YaoA8q3V1CjEZ4kuqozRSi=
      
O que os pais devem lembrar: Nesta fase, é importante que o adulto esteja sempre por perto. As crianças devem brincar em espaços seguros e sem riscos. Também é preciso observar a alimentação e o sono, pois passeios muito longos podem cansar. Entre zero e 3 anos, é muito importante que a criança tome ar puro e sol e fique em contato com a natureza. Mas é bom observar o horário: das 9 às 11 horas ou entre 15 e 16 horas.

Atividades ideais: Aquários, parquinhos infantis, peças ou apresentações musicais infantis, passeios ao ar livre em carrinhos são atividades ideais. 
Ponto de atenção: Não se recomenda exposição à TV, computador ou vídeos. Espaços muito barulhentos e lotados, como shopping centers, não são adequados, pois as crianças precisam de liberdade para se movimentar.
Dica da Adriana: "Nessa idade, o mais importante é que o adulto se adapte ao programa dos menores".
Resultado de imagem para crianças pequenas brincando

A melhor brincadeira de 3 a 7 anoshttps://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEjrEa3cobW2QoWPnhUqxIBS458nozbzULPkPL4hCapQ-dH05ezJWKQnQNX0FocebzXL3O3SplwnH5-Z2KKnEUg86sPkr2i_M9wU34X15xhf1rCGAvfuoM_Yo5j6CgJh_xXwqSDZdeitHCzxRdSBe74n81S572YaoA8q3V1CjEZ4kuqozRSi=
           
O que os pais devem lembrar: A partir dos 3 anos, é importante que as crianças participem das escolhas dos programas. Elas já não precisam estar sempre acompanhadas do pai ou da mãe, podendo ficar em companhia de outros adultos, mas sempre sabendo que os pais voltarão para buscá-las. Também é interessante conversar com elas após os programas, tentar descobrir o que elas sentiram, se gostaram, se têm vontade de repeti-lo.
Atividades ideais: Contato com a natureza, com animais, passeios e brincadeiras ao ar livre com equipamentos que as desafiem, como bolas, triciclos ou bicicletas, são ótimas atividades para dias bonitos. Quando estiver frio ou chovendo, atividades artísticas em casa e visita a museus, de preferência interativos, são boas opções.
Ponto de atenção: TV e vídeos já são permitidos, mas apenas por curtos períodos diários.
Dica da Adriana: "Nesta idade, a crianças já falam e sabem explicar o que gostam, o que lhes provoca medo, o que querem ou não".
Resultado de imagem para crianças brincando


A melhor brincadeira de 7 a 10 anos
                    
O que os pais devem lembrar: A companhia de outras crianças da mesma idade é recomendável e muito salutar. Atividades como acampamentos e idas a clubes e a parques proporcionam essa convivência. Nessa faixa de idade, as crianças também já podem passar alguns períodos sozinhas, para que escrevam, pintem e brinquem do que tiverem vontade.
Atividades ideais: As crianças precisam de desafios, iniciação aos esportes, contato com a natureza e visitas a museus. Leitura e jogos de tabuleiro também são boas opções, principalmente para dias frios ou nublados, quando preferem ficar dentro de casa. O contato com instrumentos musicais também é muito interessante.
Ponto de atenção: TV, vídeo e computador devem ser limitados. Como nessa idade as crianças já são mais independentes, é preciso atenção com comidas fora de casa, principalmente com fast food e com petiscos rápidos.
Dica da Adriana: "Como as crianças já têm discernimento, os eletrônicos, se usados por longos períodos, têm o poder de atrapalhá-las".
Resultado de imagem para crianças brincando

A melhor brincadeira de 10 a 12 anos


O que os pais devem lembrar: É uma fase que deve ser acompanhada pelos adultos com muita conversa e orientação. É importante que os pais conheçam as companhias dos filhos e estimulem a convivência com outras crianças da mesma idade.
Atividades ideais: Iniciar o aprendizado de novas habilidades, como esportes, instrumentos musicais e técnicas plásticas, pode ser interessante nesse período. Centros de convivência e clubes costumam oferecer atividades em grupo ideais para essa faixa etária. Livros e música também são sempre uma boa pedida.
Ponto de atenção: TV, computador e vídeo ainda devem ser acompanhados de perto, tanto no tempo de exposição quanto nos conteúdos.
Dica da Adriana: "Dos 10 aos 12 anos, os pais também devem orientar os filhos no uso do dinheiro, em como usar transporte público, como se locomover, se proteger e se deslocar na rua ou em espaços públicos".
Resultado de imagem para crianças de 12 anos brincando


Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/brincadeiras-todas-idades-502871.shtml


domingo, 21 de agosto de 2016

Como estimular a comunicação e a linguagem?



A comunicação e a linguagem devem ser incentivadas desde o nascimento. Comunicar com os outros, abre o mundo do bebé a novas experiências e estímulos que o ajudarão a desenvolver uma personalidade curiosa, a observar e a refletir sobre o que a rodeia.


O papel dos pais é educar, motivar e ajudar o filho a adquirir modelos de linguagem corretos através de uma atitude positiva, de incentivo e de valorização do esforço da criança.
Sugestões de estratégias que trabalham as competências de comunicação da criança:

  • Falar com a criança e não para a criança.

  • Explorar os momentos em que a criança se mostra predisposta para falar, incentivando a troca de palavras e de ideias.

  • Falar devagar e estabelecer contato visual com a criança.

  • Estimular o desenvolvimento do pensamento, a estruturação da linguagem e a aquisição de vocabulário através do hábito da leitura, lendo para ou com a criança.

  • Elogiar as respostas e assumir uma atitude de interesse, motivação e entusiasmo pelas respostas e questões colocadas pela criança.

  • Fazer comentários sobre o discurso da criança e perguntas para esclarecer o raciocínio.

  • Acrescentar informação ao reformular o discurso da criança.

  • Usar uma linguagem correta, rica e diversificada e evitar expressões como "au au" em vez de "cachorro",  ou "piu-piu" no lugar de "pássaro".

  • Usar palavras novas, explicando o seu significado através de exemplos acessíveis à criança.
  • Incentivar a aquisição de novo vocabulário cantando, lendo ou fazendo rimas com a criança.

  • Fazer perguntas abertas (O que você fez hoje? O que foi o almoço? Onde você foi passear?). Este tipo de abordagem ajuda a criança a refletir sobre as suas ações e sobre as situações do dia a dia, produzindo memórias duradouras.

  • Descrever o que se está a fazer no dia a dia, conversando e interagindo com a criança. Desta forma, aprende o nome e reconhece os objetos do cotidiano.

  • Investir em momentos que proporcionem tranquilidade e harmonia familiar e onde a criança se sinta incentivada em interagir e comunicar-se com o outro.

  • Dedicar tempo de qualidade em família, onde haja espaço para fazer atividades em conjunto e estimular o diálogo.

Fonte: http://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/desenvolvimento/como-estimular-a-comunicacao-e-a-linguagem/ (adaptado)



domingo, 14 de agosto de 2016

Por que as crianças devem praticar algum esporte?



Olimpíadas  acontecendo, é comum nos encantarmos com as histórias dos atletas participantes. Muitos descobriram o esporte quando bem pequenos.

Felizmente, a prática do esporte está de moda entre as crianças. A atividade física regular já faz parte do dia a dia  de muitas famílias, sendo importante para a saúde e o bem-estar de todos.
Para a criança pode ser um fator fundamental de desenvolvimento e de crescimento, desde que contribua de forma positiva para o seu físico e para a sua mente.
O esporte na vida da criança
Os especialistas recomendam a prática do esporte de uma maneira equilibrada, respeitando as capacidades e as habilidades motoras de cada criança. O esporte não deve ser imposto nem visto como obrigação ou como imposição do desejo dos pais de transformar seus filhos em atletas. A criança tem que gostar e se divertir com o esporte que escolher
O esporte ajuda as crianças com problemas de relacionamento e a descobrir o corpo. É normal que a criança comece no esporte influenciado por amigos, pelos meios de comunicação, pelos pais, etc. Mas temos que levar em conta que a criança, sobretudo, divirta-se. O esporte deve ser introduzido na vida da criança de uma forma gradual, para que se dê por satisfeitas suas necessidades lúdicas.

O começo das crianças no esporte

Entre os quatro e os seis anos de idade, a criança deve começar a ter contato com o esporte de maneira prazerosa, divertida, como se fôsse uma brincadeira. Ela deve aprender a correr, saltar e pular, pedalar ou praticar alguma atividade física em grupo, sem nenhum compromisso maior. Nessa idade, a criança deve experimentar várias modalidades esportivas, sem obrigação de aprender suas técnicas específicas. Com aproximadamente oito anos, é bom deixar que ela se oriente e direcione para determinado esporte, de acordo com suas habilidades, desejos e preferências. Deve ser uma decisão natural da criança.
O esporte ajuda a criança

1- A fazer amigos e a ingressar na sociedade;
2- A aprender e a seguir regras;
3- A superar a timidez ou a vergonha;
4- A freiar os seus impulsos e ansiedade;
5- A ser mais colaboradora e menos individualista ou egoista;
6- A reconhecer e respeitar que existe alguém que sabe mais que ela;
7- A melhorar a sua coordenação motora;
8- A crescer física e emocionalmente;
9- A corregir possíveis defeitos físicos;
10- A potenciar bons hábitos;
11- A dominar os seus movimentos;
12- A estimular a sua saúde e higiene;
13- A ter responsabilidades e compromissos.
Fonte: http://br.guiainfantil.com/educacao-fisica/184-os-beneficios-do-esporte-para-as-criancas.html

domingo, 31 de julho de 2016

Qual a relação entre a audição e o desenvolvimento da linguagem?



Conheça a importância de estimulação 

sonora para a maturação do 

aparelho auditivo e para a aquisição das 

competências da fala 

(dos 3 aos 36 meses de idade). 

Resultado de imagem para desenvolvimento infantil

A audição surge aos 5-6 meses de idade gestacional, havendo um limiar próximo do adulto às 35 semanas.

A maturação do córtex auditivo é função não só do tempo, como do estímulo. Sem estimulação sonora não haverá maturação. E esta só é possível até aos 4-5 anos de vida, durante o chamado período crítico, enquanto existe uma grande plasticidade cerebral.
Após esta idade, a possibilidade de audição extingue-se e, com ela, a possibilidade de aquisição e desenvolvimento da linguagem verbal/oral. Sendo assim, é necessário que haja estimulação auditiva, o mais precocemente possível.
Uma audição normal também é fundamental para um adequado funcionamento cognitivo, comportamental e emocional da criança.
  • Dados esperados da fala (Linguagem-Audição)
Do nascimento até aos 3 meses
  • Sobressalta com ruídos fortes.
  • Acorda com os ruídos.
  • Reflexo de pestanejar ou de maior abertura dos olhos com os ruídos.
Dos 3 aos 4 meses
  • Acalma-se com a voz materna.
  • Pára de chuchar e escuta novos sons.
  • Procura a origem dos novos sons.
Dos 6 aos 9 meses
  • Diverte-se com jogos musicais.
  • Emite sons com infleções.
  • Diz "mamã".
Dos 12 aos 15 meses
  • Responde ao nome e a "não".
  • Cumpre pequenas ordens.
  • Tem um vocabulário de 3 a 5 palavras.
  • Imita alguns sons
Dos 18 aos 24 meses
  • Conhece as partes do corpo.
  • Tem um vocabulário de 20 a 50 palavras (utiliza frases de 2 palavras).
  • 50% da fala é inteligível para estranhos.
Aos 36 meses
  • Tem um vocabulário expressivo de 500 palavras (utiliza orações com 4 e 5 palavras).
  • 80% da fala é inteligível por estranhos.
  • Compreende alguns verbos.

  • Dúvidas sobre fala e audição? Converse com as nossas fonoaudiólogas!


Fonte: http://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/desenvolvimento-fase-a-fase/desenvolvimento/qual-a-relacao-entre-a-audicao-e-o-desenvolvimento-da-linguagem/


domingo, 17 de julho de 2016

Lancheira saudável, como preparar?

Papais e mamães é muito importante que o seu filho tenha uma lancheira saudável e super apetitosa, para manter uma boa alimentação, mesmo longe de casa. Confira 4 dicas para montar lanches nutritivos e deliciosos que a criançada vai adorar.

1 – Solte a criatividade
Na hora de escolher os alimentos que vão completar a lancheirinha do seu filho, o ideal é equilibrar os nutrientes necessários. “É bom que na lancheira tenha um tipo de carboidrato como: biscoito de arroz integral, pão 100% integral, pipoca de panela, granola, aveia ou pão de queijo caseiro (isento de gordura hidrogenada); uma fruta ou um suco natural, onde pode ser usado polpa de fruta; patê de frango, sardinha ou pasta de grão de bico”, explicou a nutricionista infantil Marcela Sales Rocha.
Adicionar um docinho também vai ser ótimo para aumentar o aprendizado do pequeno na escola, já que a glicose é uma ótima aliada no desenvolvimento infantil. “Coloque um bolinho caseiro, biscoito ou cookies”, indicou a especialista Érica Moreira. Pense também nos alimentos preferidos da criança e nas frutas da temporada. Se ele adora morango, por exemplo, que tal incluir a fruta no lanche?

2 – Varie o cardápio
Repetir o cardápio da lancheira pode até parecer mais prático, mas fará que seu pequeno logo logo comece a virar o nariz para certos alimentos. Para manter a criançada sempre animada para a hora do recreio, a dica é ir trocando os itens escolhidos, criando um cardápio diferente pelo menos semanal. “Na lancheira sempre coloque uma fruta e varie ao longo da semana ou até mesmo água de coco”, ensinou a nutricionista Érica Moreira.


3 – Coloque as crianças para ajudar
Incluir as crianças na arrumação da lancheira também é uma ótima forma de mantê-los animados na hora de comer o que vem por aí. Coloque os pequenos para te ajudarem a preparar bolinhos, biscoitos ou sucos caseiros, além de pedir ajuda na hora de embalar os itens e arrumar na maleta.


4 – Armazene os lanches de forma segura
O armazenamento dos alimentos na lancheira também vai fazer toda a diferença nos nutrientes e no sabor dos produtos. “Se a criança prefere o suco invista numa boa garrafa térmica e prefira os que não alteram o sabor (que oxidam mais devagar), como os de manga, goiaba, maracujá, acerola, caju, se preferir outros sabores, esprema um pouco de limão para preservar o sabor da fruta”, explicou a nutricionista Érica Moreira.
Já para os sanduíches e biscoitos, enrole em papel laminado ou filme ou deposite em vasilhas que sejam bem vedadas. Escolha também lancheiras térmicas, que vão manter uma temperatura mais amena, evitando que os alimentos estraguem no decorrer do dia.

*Érica Moreira é Nutricionista Clínica Funcional, atuando na clínica Mariana Ferri D’Ávila .
*Marcela Sales Rocha e nutricionista, com especialidade em Nutrição Esportiva Funcional, Nutrição Clínica Funcional e Fisioterapia Funcional.


Fonte: https://playkidsapp.com/family/2016/01/dicas-lancheira-saudavel/ (adaptado)